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Mulher de 71 anos é submetida à cirurgia por adenocarcinoma endometrioide. O anatomopatológico demonstra comprometimento dos anexos por extensão tumoral, sem linfonodos comprometidos e sem metástases à distância. Segundo a FIGO, o estadiamento é 
Maria, 66 anos, apresenta sangramento uterino pós-menopausa. A biópsia endometrial demonstra adenocarcinoma endometrioide grau 1. A ressonância evidencia lesão restrita ao corpo uterino, com invasão inferior a 50% do miométrio, sem comprometimento cervical ou doença extrauterina. A conduta inicial mais apropriada é a
Mulher de 49 anos apresenta carcinoma do colo uterino. A ressonância evidencia tumor de 2,5 cm restrito ao colo. O PET/CT demonstra linfonodos ilíacos externos hipercaptantes, confirmados posteriormente como metastáticos por biópsia, sem evidência de metástases à distância. Segundo a classificação FIGO 2018, o estadiamento é
Mulher de 46 anos apresenta sangramento pós-coital. A biópsia demonstra carcinoma epidermoide invasivo do colo uterino. A ressonância evidencia tumor restrito ao colo, medindo 3,2 cm, sem invasão parametrial ou comprometimento do terço inferior da vagina. Não há linfonodos suspeitos. Segundo a classificação FIGO, o estadiamento é 
Joana, 66 anos, apresenta, em tomografia, massa renal sólida de 8 cm restrita ao rim direito, com intimo contato com o hilo renal e sistema coletor, captante heterogênea, sugestiva de carcinoma de células renais (cT2aN0M0), sem trombo venoso. O rim contralateral apresenta função preservada. A conduta mais apropriada para o caso é