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Mulher de 24 anos, vivendo com HIV, inicia acompanhamento em
unidade de referência em infectologia. Relata início da vida
sexual aos 17 anos, encontra-se em uso regular de terapia
antirretroviral, com carga viral indetectável e contagem de
linfócitos CD4 preservada. Nunca realizou exame preventivo do
colo do útero.
Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero vigentes, a conduta correta quanto ao início do rastreamento nessa paciente é
Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero vigentes, a conduta correta quanto ao início do rastreamento nessa paciente é
Uma paciente de 7 anos com recidiva precoce pós-TMO e
progressão fulminante de leucemia refratária a múltiplas linhas
terapêuticas encontra-se internada, fora de possibilidade
terapêutica. A criança apresenta dor óssea intensa e dispneia por
infiltrado leucêmico e sangramento pulmonar.
Nessa situação, assinale a afirmativa correta sobre a conduta adequada.
Nessa situação, assinale a afirmativa correta sobre a conduta adequada.
Um adolescente com linfoma de Hodgkin refratário está em
protocolo de mobilização autóloga com G-CSF (10 ?g/kg/dia). No
4º dia de uso, a contagem periférica de células CD34+ encontra-se em apenas 6/?L, configurando uma mobilização insatisfatória
para início da aférese.
Para tentar viabilizar essa coleta, a melhor conduta é
Para tentar viabilizar essa coleta, a melhor conduta é
Na avaliação de uma criança com neuroblastoma de alto risco,
com indicação de TMO autólogo em tandem, a equipe médica
está planejando a coleta e a criopreservação das células-tronco
autólogas.
A estratégia mais apropriada para a coleta de células-tronco é o uso de
A estratégia mais apropriada para a coleta de células-tronco é o uso de
Mulher de 59 anos, com síndrome de Sjögren primária
diagnosticada há nove anos, apresenta xerostomia e xeroftalmia
habitualmente estáveis. Procura o ambulatório porque percebeu
aumento progressivo e indolor da parótida esquerda há cerca de
dois meses. Nas últimas semanas, notou também um nódulo na
região cervical ipsilateral. Nega febre, odinofagia, secreção
purulenta oral ou dor à mastigação. Não houve melhora
espontânea do aumento glandular.
Ao exame, a parótida esquerda encontra-se aumentada, de consistência firme e indolor, e há linfonodo cervical de aproximadamente 2 cm, móvel e indolor. Hemograma e função renal estão preservados. A proteína C reativa é discretamente elevada. O complemento C4 está reduzido, há crioglobulinas séricas detectáveis e a eletroforese com imunofixação demonstra componente monoclonal IgM kappa de pequena magnitude.
Considerando a evolução clínica e os achados associados, assinale a conduta que deve ser priorizada.
Ao exame, a parótida esquerda encontra-se aumentada, de consistência firme e indolor, e há linfonodo cervical de aproximadamente 2 cm, móvel e indolor. Hemograma e função renal estão preservados. A proteína C reativa é discretamente elevada. O complemento C4 está reduzido, há crioglobulinas séricas detectáveis e a eletroforese com imunofixação demonstra componente monoclonal IgM kappa de pequena magnitude.
Considerando a evolução clínica e os achados associados, assinale a conduta que deve ser priorizada.