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Você realiza a investigação diagnóstica de um paciente de 62 anos que, na história da doença atual, queixa-se de dor persistente no flanco esquerdo, emagrecimento de 8 kg e alteração recente do hábito intestinal. Foi realizada uma colonoscopia, que identifica uma lesão estenosante no cólon descendente, cuja biópsia mostra adenocarcinoma. No estadiamento por imagem, uma tomografia de tórax, abdome e pelve não demonstra metástases, mas evidencia tumor volumoso, com extensão além da parede colônica e perda do plano de clivagem com a parede abdominal posterior. Não há obstrução completa, perfuração ou sangramento significativo. A avaliação molecular demonstra proficiência do sistema de reparo do DNA - pMMR, com estabilidade de microssatélites.
Considerando o diagnóstico, o estadiamento e a sequência terapêutica, a conduta mais adequada para esse paciente será 
Assinale o fator de risco relacionado com o surgimento de colangiocarcinoma intra-hepático. 
Os critérios-padrão para a ressecção endoscópica do câncer gástrico incluem os seguintes, exceto um. Assinale-o.
No seu ambulatório, você faz a consulta de um paciente encaminhado pelo sistema de regulação. Ele tem 64 anos, com história de emagrecimento de 9 kg nos últimos quatro meses, com alteração do hábito intestinal e episódios de hematoquezia. Traz laudo de uma colonoscopia, que identifica uma lesão vegetante estenosante no cólon sigmoide e um outro de histopatologia das biópsias realizadas que confirma adenocarcinoma. Traz também uma tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve, que não demonstra metástases à distância. O paciente é encaminhado para tratamento cirúrgico com intenção curativa.
Em relação ao emprego dos marcadores tumorais nesse cenário, assinale a opção que está mais de acordo com as recomendações atuais.
Na sessão clínica de seu serviço de cirurgia, você apresenta o caso de um paciente de 61 anos, tabagista e etilista de longa data, que apresenta disfagia progressiva para sólidos há cinco meses, evoluindo com dificuldade para alimentos pastosos e perda ponderal de 12 kg nos últimos três meses. Realizou-se uma endoscopia digestiva alta que mostrou lesão ulceroinfiltrativa no terço médio do esôfago, cuja biópsia revelou carcinoma epidermoide moderadamente diferenciado. Após estadiamento completo, não são identificadas metástases à distância, e a doença é considerada potencialmente ressecável, mas com comprometimento da parede esofágica e linfonodos regionais. O paciente apresenta bom desempenho funcional – ECOG 0 e função cardiopulmonar preservada e é considerado apto para tratamento multimodal.
Com base nas evidências atuais, a conduta mais apropriada para esse paciente será