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Mulher de 38 anos (pré-menopausa) apresenta massa anexial complexa de 6 cm à ultrassonografia transvaginal, associada a ascite identificada no mesmo exame de imagem. O CA-125 sérico é de 250 U/mL (referência: < 35 U/mL). Não há história familiar de câncer de ovário ou de mama em parentes de primeiro grau.
Segundo os critérios do American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) e da Society of Gynecologic Oncology (SGO) para encaminhamento a especialista em ginecologia oncológica, essa paciente deve ser referenciada porque 
Mulher de 21 anos retorna ao ambulatório seis meses após tratamento de carcinoma folicular da tireoide. Foi submetida à tireoidectomia total seguida de radioiodoterapia e encontra-se em uso de levotiroxina 150 ?g/dia.
Nas últimas semanas, passou a apresentar palpitações, tremor fino das mãos e intolerância ao calor. Nega dor cervical, disfagia ou perda ponderal importante. Ao exame, apresenta PA 118 × 70 mmHg, FC 104 bpm, tremor fino distal e ausência de massas ou linfonodomegalias cervicais palpáveis.
A avaliação atual demonstra: TSH: 0,06 mUI/L; T4 livre: 1,9 ng/dL (VR: 0,8–1,8); Tireoglobulina sob levotiroxina: 0,08 ng/mL; Anticorpo antitireoglobulina: não detectável; Ultrassonografia cervical: ausência de lesões no leito tireoidiano ou linfonodos suspeitos.
Considerando a resposta ao tratamento, o acompanhamento do carcinoma diferenciado da tireoide e a farmacologia da levotiroxina, assinale a opção que indica a conduta mais apropriada neste momento.
Adolescente, sexo masculino, 16 anos, internado na enfermaria pediátrica, apresenta dispneia aos médios esforços, edema facial matinal, taquicardia, turgência jugular, edema na face e pescoço, circulação colateral na região torácica anterior, murmúrio vesicular abolido à direita, sem hepatoesplenomegalia e febril. Exames: leucócitos 14.200/mm³, 72% de linfócitos, hemoglobina 10,8 g/dL, plaquetas 189.000/mm³; Desidrogenase lática 1.840 U/L. Tomografia do tórax: massa anterior volumosa comprimindo veia cava superior, derrame pleural direito e colapso pulmonar direito. Citometria de fluxo do líquido pleural revela células com fenótipo CD2+, CD3+, CD7+, CD4-, CD8-, TdT+, CD34-.
Considerando o quadro clínico, laboratorial e imagem apresentados, trata-se. mais provavelmente, de linfoma 
Menino, 3 anos, é trazido à consulta pediátrica de rotina com queixa de dor abdominal há 2 meses, associada à febre e perda de peso, além de hematúria.
Durante o exame físico, é identificada uma massa firme e lisa em metade do abdômen à esquerda, não ultrapassando a linha média. Há ainda aniridia e hemihipertrofia. Os exames laboratoriais evidenciam policitemia, trombocitose e deficiência do fator VII.
A principal hipótese diagnóstica é 
Paciente de 67 anos, sexo masculino, procura o pronto-socorro com icterícia progressiva há três semanas, colúria, perda ponderal de 12 kg nos últimos três meses, anorexia e dor contínua em região epigástrica irradiada para o dorso. Ao exame físico, apresenta icterícia cutaneomucosa, frequência cardíaca de 96 bpm, pressão arterial de 118 × 72 mmHg e vesícula biliar palpável, indolor. Os exames laboratoriais demonstram: bilirrubina total 12,4 mg/dL, bilirrubina direta 10,2 mg/dL, fosfatase alcalina 842 U/L, gama-glutamiltransferase 1.186 U/L, AST 168 U/L, ALT 194 U/L, CA 19-9 986 U/mL e CEA 9,2 ng/mL. A tomografia computadorizada de abdome com contraste evidencia massa sólida hipoatenuante de 3,8 cm na cabeça do pâncreas, causando dilatação simultânea do colédoco e do ducto pancreático principal (sinal do duplo ducto), sem evidências de metástases hepáticas ou pulmonares.

O próximo passo mais apropriado na investigação diagnóstica desse paciente é