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Paciente de 70 anos, sexo feminino, portadora de adenocarcinoma de ovário metastático, em cuidados paliativos exclusivos, apresenta aumento progressivo do volume abdominal, dispneia aos pequenos esforços e desconforto abdominal importante. Foi submetida a três paracenteses evacuadoras nos últimos dois meses, com melhora transitória dos sintomas.

Nova paracentese diagnóstica evidencia gradiente soro-ascite de albumina (GASA) de 0,7 g/dL, proteínas totais no líquido ascítico de 3,8 g/dL e citologia positiva para células neoplásicas.

A conduta mais apropriada para o controle dos sintomas dessa paciente é
Paciente de 63 anos, sexo masculino, tabagista (45 maços-ano) e etilista crônico, procura atendimento por disfagia progressiva há cinco meses, inicialmente para sólidos e, nas últimas semanas, também para líquidos. Refere perda ponderal de 14 kg e odinofagia ocasional. A endoscopia digestiva alta evidenciou lesão vegetante estenosante no terço médio do esôfago. As biópsias confirmaram carcinoma epidermoide do esôfago. A tomografia computadorizada de tórax e abdome não demonstrou metástases à distância.

O exame mais indicado para o estadiamento locorregional desse paciente é
Câncer e doença cardiovascular estão entre as principais causas globais de morbidade e mortalidade, e a cardio-oncologia é uma área multidisciplinar fundamentada na colaboração entre cardiologistas, oncologistas e outros profissionais envolvidos no cuidado oncológico.

Em relação ao câncer de próstata e à terapia de privação androgênica (TPA), assinale a afirmativa incorreta.
Uma mulher de 63 anos, portadora de adenocarcinoma de mama metastático, apresenta dispneia progressiva, ortopneia e fadiga. Ao exame, apresenta hipotensão arterial, taquicardia, turgência jugular e bulhas cardíacas hipofonéticas. O ecocardiograma evidencia derrame pericárdico volumoso com sinais de tamponamento cardíaco. A tomografia demonstra espessamento irregular do pericárdio.

Após a estabilização inicial, a conduta definitiva mais adequada é 
Um homem de 69 anos, com exposição ocupacional prolongada ao asbesto, apresenta dor torácica, dispneia e derrame pleural à direita. A tomografia evidencia espessamento pleural difuso e nodular, envolvendo as pleuras parietal, mediastinal e diafragmática, sem lesões pulmonares. A citologia do líquido pleural é negativa para malignidade.

Diante da suspeita de mesotelioma pleural maligno, a conduta mais adequada é