Filtrar


Questões por página:
mostrar texto associado
Com base nesses achados, a conduta é
Você apresenta, na sessão clínica do serviço de cirurgia, o caso clínico-cirúrgico de um paciente de 66 anos que está internado com icterícia progressiva há seis semanas, associada a colúria, hipocolia fecal, prurido intenso, anorexia e perda ponderal de 6 kg. Queixa-se desconforto epigástrico, sem dor biliar típica. Não há história de febre, calafrios ou episódios prévios compatíveis com pancreatite. Ao exame físico, apresenta icterícia (+++/4+), escoriações cutâneas e abdome flácido. O sinal de Courvoisier é positivo, mas não apresenta sinais de peritonite. Os exames laboratoriais mostram padrão colestático, com bilirrubina direta elevada, fosfatase alcalina e gama-GT aumentadas. Uma ultrassonografia monstra dilatação das vias biliares intra-hepáticas e extra-hepáticas, sem cálculos. A tomografia mostra dilatação do colédoco e do ducto pancreático principal, sem metástases hepáticas ou invasão vascular evidente. Realizou-se uma endoscopia digestiva alta, que identifica uma tumoração vegetante na papila duodenal maior, com biopsias. O estudo anatomopatológico confirma adenocarcinoma. Realizou-se o estadiamento com TC e ecoendoscopia, indica doença ressecável. Nesse caso, a melhor conduta será
Na sessão clínica do seu serviço de cirurgia, discutiu-se o caso de um paciente de 61 anos, que tem queixa de dor epigástrica há cerca de 7 meses. Relata também anorexia e perda ponderal de 10 quilos, com vários episódios de náuseas e sensação de plenitude pós-prandial. Nestas últimas semanas refere sudorese noturna e cansaço. Não há história de hematêmese, mas refere antecedentes de gastrite crônica associada ao Helicobacter pylori diagnosticada há vários anos, sem continuidade do tratamento.

Quando do exame físico, está emagrecido, com IMC de 19 kg/m². No momento, está apirético, com mucosas discretamente hipocoradas +/4. Palpam-se pequenos linfonodos cervicais móveis e indolores, medindo cerca de 1 cm. Avaliação cardiopulmonar sem alterações significativas. O abdome está flácido, com discreta sensibilidade à palpação profunda no epigástrio, não tem massas palpáveis. Não há sinais de irritação peritoneal.

Os exames laboratoriais revelam: Hemoglobina: 10,4 g/dL; Leucócitos: 7.800/mm³; Plaquetas: 260.000/mm³; LDH pouco elevado.

Realizou-se uma endoscopia digestiva alta que revela espessamento difuso das pregas gástricas e extensa área infiltrativa envolvendo corpo e antro. Foram realizadas 12 biópsias.

O resultado do exame anatomopatológico descreve: Linfoma extranodal de zona marginal do tecido linfoide associado à mucosa (MALT); Presença de Helicobacter pylori; Ausência de transformação para linfoma difuso de grandes células B.

A tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve está dentro da normalidade. Considerando as recomendações atuais, a conduta inicial mais apropriada para o caso será  
Paciente do sexo masculino, 67 anos, sem comorbidades, foi submetido à colonoscopia de rastreamento, sendo identificada uma lesão superficial de crescimento lateral (LST) não granular, medindo aproximadamente 32 mm, localizada no cólon ascendente proximal. Após avaliação endoscópica, optou-se pela realização de dissecção endoscópica da submucosa (ESD), com ressecção em monobloco e sem intercorrências.

O laudo anatomopatológico descreve: adenocarcinoma bem diferenciado, ressecção em monobloco, margens lateral e profunda livres, ausência de invasão angiolinfática, ausência de brotamento tumoral de alto grau (tumor budding Bd1) e invasão da submucosa classificada como Kikuchi SM3.

Com base nesses achados, a conduta mais adequada é  
Menino, 3 anos, é trazido à consulta pediátrica de rotina com queixa de dor abdominal há 2 meses, associada à febre e perda de peso, além de hematúria. Durante o exame físico, é identificada uma massa firme e lisa em metade do abdômen à esquerda, não ultrapassando a linha média. Há ainda aniridia e hemihipertrofia. Os exames laboratoriais evidenciam policitemia, trombocitose e deficiência do fator VII. A principal hipótese diagnóstica é