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O carcinoma de células de Merkel é um carcinoma neuroendócrino primário cutâneo de alto grau segundo a classificação de tumores endócrinos e neuroendócrinos da Organização Mundial da Saúde (2025).
A respeito do carcinoma de células de Merkel, é correto afirmar que
O xantoastrocitoma pleomórfico é uma neoplasia astrocitária constituída por células pleomórficas, incluindo células grandes multinucleadas, células fusiformes, células xantomatosas e corpúsculos granulares eosinofílicos.
Segundo a classificação dos tumores do sistema nervoso central da Organização Mundial da Saúde (2021), são genes envolvidos na patogênese do xantoastrocitoma pleomófico cujas alterações estão descritas como critérios desejáveis para o diagnóstico: 
Conhecer a classificação macroscópica das neoplasias gástricas é importante para compreender a descrição endoscópica das lesões, bem como para aplicar na descrição das peças cirúrgicas provenientes de gastrectomias por adenocarcinomas gástricos.
A classificação de Paris é utilizada para a descrição macroscópica dos adenocarcinomas precoces do estômago.
Durante o exame macroscópico de um estômago você notou na mucosa uma área de 1,5 cm, coloração parda, plana deprimida com ulceração central de 0,5 cm.
Segundo a classificação mencionada, a lesão descrita poderia ser designada como 
Homem de 64 anos apresenta dor epigástrica irradiada para o dorso e perda ponderal de 9 kg em quatro meses. A tomografia computadorizada com protocolo para pâncreas evidencia adenocarcinoma de 4,3 cm no corpo pancreático, sem metástases hepáticas, peritoneais ou linfonodais à distância.
A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.
Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor:
Homem de 56 anos apresenta massa de crescimento lento na região parotídea direita há aproximadamente um ano. Nos últimos três meses, passou a referir dor irradiada para a região retroauricular e discreta paresia da hemiface ipsilateral. A ressonância magnética evidencia lesão sólida de 3,8 cm, hipointensa em T2, com margens infiltrativas, extensão ao lobo profundo e espessamento linear acompanhando o trajeto do nervo facial em direção ao forame estilomastoideo, sem linfonodomegalias cervicais.
Considerando os achados clínicos e de imagem, o diagnóstico mais provável é de