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Paciente do sexo masculino, 56 anos de idade, deu entrada no pronto-socorro com queixa de veia em face medial de perna e coxa esquerda com trajeto endurecido, hiperemiado e dolorosa à palpação. Durante anamnese referiu perda ponderal e astenia e ao exame físico o observou-se a presença de massa abdominal na região do epigástrio e mucosas hipocoradas.

Diante desse quadro clínico, você deve suspeitar de síndrome de
Mulher realiza ultrassonografia de mamas e axilas para rastreamento, que evidencia linfonodo de aspecto atípico localizado profundamente ao músculo peitoral menor, entre suas bordas lateral e medial à esquerda.

Considerando a classificação de Berg, a localização desse linfonodo corresponde ao nível 
Menino, 3 anos, é trazido à consulta pediátrica de rotina com queixa de dor abdominal há 2 meses, associada à febre e perda de peso, além de hematúria.
Durante o exame físico, é identificada uma massa firme e lisa em metade do abdômen à esquerda, não ultrapassando a linha média. Há ainda aniridia e hemihipertrofia. Os exames laboratoriais evidenciam policitemia, trombocitose e deficiência do fator VII.

A principal hipótese diagnóstica é 
Homem de 66 anos realiza tomografia abdominal para investigação de dor lombar mecânica crônica.

Nega: hematúria; perda de peso; febre; sintomas urinários.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; ex-tabagista; sem história familiar de câncer renal.
Exame Físico: PA: 132/78 mmHg; FC: 74 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Abdome: sem massas palpáveis.
Exames Laboratoriais: creatinina: 0,9 mg/dL; TFG estimada: 85 mL/min/1,73m².
Tomografia Computadorizada com Contraste: lesão cística renal esquerda; 4,2 cm; septações espessas e irregulares; nódulos murais com realce pelo contraste; calcificações grosseiras focais.
Classificação radiológica: bosniak IV.
Sem: linfonodomegalias; trombo venoso; metástases.

A melhor conduta é
Homem de 58 anos procura atendimento por lesão peniana progressiva há aproximadamente 8 meses.

Refere: lesão ulcerada em glande; pequenos episódios de sangramento local; dor leve ocasional; mau odor local.
Antecedentes: tabagista (40 maços-ano); não circuncidado; história da fimose desde a juventude; higiene genital precária por muitos anos.
Exame Físico: PA: 130/78 mmHg; FC: 76 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Exame genital: lesão úlcero vegetante envolvendo glande; aproximadamente 2,5 cm; restrita à glande; sem acometimento evidente do corpo peniano.
Exame inguinal: ausência de linfonodos palpáveis.
Exames Complementares: biópsia: carcinoma epidermoide invasivo moderadamente diferenciado.
Ressonância Magnética: lesão limitada à glande; sem invasão dos corpos cavernosos; sem invasão uretral.
Tomografia de abdome e pelve: sem linfonodomegalias; sem metástases.

A melhor estratégia terapêutica inicial é