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Homem de 67 anos apresenta hematúria macroscópica indolor e intermitente há três semanas. Tabagista de 40 maços-ano, hipertenso e dislipidêmico.

Exames: hemoglobina: 13,8 g/dL; creatinina: 0,9 mg/dL; citologia urinária positiva para células uroteliais atípicas de alto grau.

Cistoscopia: lesão papilífera única em parede lateral esquerda da bexiga, com aproximadamente 2 cm.

RTU de bexiga: ressecção completa realizada.

Anatomopatológico: carcinoma urotelial papilífero; alto grau; estádio Ta; músculo detrusor presente; sem invasão muscular.

A melhor conduta complementar é
Homem de 64 anos é encaminhado ao ambulatório de Urologia após identificação de PSA elevado em exame de rotina. Nega hematúria, dor óssea, perda ponderal ou sintomas urinários relevantes.

Antecedentes: hipertensão arterial controlada; dislipidemia; extabagista.

História familiar: pai com câncer de próstata aos 71 anos.

Exame físico: PA: 126/78 mmHg; FC: 74 bpm; IMC: 27 kg/m².

Toque retal: próstata de 42 g; nódulo endurecido em lobo direito; comprometimento inferior a 50% do lobo.

PSA: total: 8,6 ng/mL; livre/total: 12%.

Ressonância magnética: PI-RADS 4 em zona periférica direita; sem invasão extracapsular; sem invasão de vesículas seminais.

Biópsia por fusão: adenocarcinoma acinar; Gleason 3+4 = 7; ISUP 2; 3/12 fragmentos positivos.

Tomografia e cintilografia óssea sem metástases.

Considerando os achados, assinale a afirmativa correta.
Mulher de 56 anos realiza tomografia computadorizada de abdome para investigação de dor abdominal inespecífica. Identifica-se incidentalmente massa renal sólida à esquerda.

Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; dislipidemia; extabagista.

Exames: creatinina: 0,9 mg/dL; TFG: 92 mL/min/1,73m².
tomografia contrastada: massa sólida no polo inferior do rim esquerdo de 3,2 cm; realce heterogêneo; sem invasão da gordura perirrenal; sem trombo venoso; sem linfonodomegalias.

A melhor conduta terapêutica, considerando a viabilidade de cirurgia preservadora de néfrons, é
Uma criança de 2 anos e 3 meses é levada ao ambulatório por irritabilidade, perda ponderal e aumento progressivo do volume abdominal há cerca de dois meses. A mãe refere episódios intermitentes de dor óssea e dificuldade para caminhar.

Ao exame físico observa-se: massa abdominal endurecida em flanco esquerdo, de limites irregulares; equimoses periorbitárias bilaterais (“olhos de guaxinim”); discreta hipertensão arterial. A tomografia computadorizada demonstra uma massa heterogênea de 6,5 cm na topografia da glândula suprarrenal esquerda, contendo múltiplas calcificações e envolvendo parcialmente a aorta abdominal. A dosagem urinária de ácido vanilmandélico (VMA) e ácido homovanílico (HVA) encontra-se significativamente elevada.

O diagnóstico mais provável é
Uma menina de 3 anos e 4 meses é levada pela mãe ao Pronto Atendimento, pois a mãe tem percebido aumento progressivo do volume abdominal, há cerca de três semanas. A criança encontra-se em bom estado geral, sem febre ou perda ponderal. Ao exame físico observa-se: massa abdominal firme no flanco esquerdo, superfície lisa, pouco dolorosa, sem ultrapassar a linha média, pressão arterial discretamente elevada para a idade.

A tomografia computadorizada demonstra uma massa renal esquerda sólida, encapsulada, sem trombo em veia cava, sem ruptura tumoral e sem metástases pulmonares.

A conduta mais apropriada, segundo o protocolo clássico do Children’s Oncology Group (COG), é