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Paciente, 60 anos, realizou endoscopia digestiva alta com lesão ulcerada de 2,0 cm em antro gástrico. O histopatológico veio como linfoma do tipo MALT de baixo grau e H. pylori positivo. A tomografia de estadiamento não mostrou invasão de outros órgãos nem metástases à distância. Evidencia-se a presença de 3 linfonodos perigástricos suspeitos, sendo o maior de 0,5 cm.
A melhor conduta, entre as a seguir listadas, nesse caso, é a
Você examina uma paciente de 42 anos, encaminhada ao ambulatório de Cirurgia Geral, que apresenta um nódulo cervical anterior em crescimento há 6 meses. Nesse período, não tem rouquidão, disfagia, dispneia ou história familiar de doença de tireoide.
Ao exame físico, palpa-se nódulo único, endurecido, móvel à deglutição, de aproximadamente 2,8 cm no lobo direito da tireoide, sem linfadenomegalias cervicais. Os exames de TSH, T3 e T4 livres estão normais. Uma ultrassonografia da tireoide demonstra nódulo sólido, hipoecoico, margens irregulares, microcalcificações e vascularização central, classificado como TIRADS 5. A punção aspirativa por agulha fina foi realizada e o laudo citopatológico é Bethesda V.
Considerando o quadro clínico, os achados de imagem e o resultado citológico, a conduta mais adequada é
Mulher de 38 anos (pré-menopausa) apresenta massa anexial complexa de 6 cm à ultrassonografia transvaginal, associada a ascite identificada no mesmo exame de imagem. O CA-125 sérico é de 250 U/mL (referência: < 35 U/mL). Não há história familiar de câncer de ovário ou de mama em parentes de primeiro grau.
Segundo os critérios do American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) e da Society of Gynecologic Oncology (SGO) para encaminhamento a especialista em ginecologia oncológica, essa paciente deve ser referenciada porque 
Uma mulher de 63 anos, portadora de adenocarcinoma de mama metastático, apresenta dispneia progressiva, ortopneia e fadiga. Ao exame, apresenta hipotensão arterial, taquicardia, turgência jugular e bulhas cardíacas hipofonéticas. O ecocardiograma evidencia derrame pericárdico volumoso com sinais de tamponamento cardíaco. A tomografia demonstra espessamento irregular do pericárdio. Após a estabilização inicial, a conduta definitiva mais adequada é  
Um homem de 69 anos, com exposição ocupacional prolongada ao asbesto, apresenta dor torácica, dispneia e derrame pleural à direita. A tomografia evidencia espessamento pleural difuso e nodular, envolvendo as pleuras parietal, mediastinal e diafragmática, sem lesões pulmonares. A citologia do líquido pleural é negativa para malignidade. Diante da suspeita de mesotelioma pleural maligno, a conduta mais adequada é