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Paciente de 58 anos com adenocarcinoma de esôfago distal é
estadiado como T3N1M0 (estádio III) após EUS, PET/CT e biópsia.
Não há evidência de doença metastática a distância. O tumor é
considerado localmente avançado, porém potencialmente
ressecável.
A estratégia terapêutica de escolha para esse paciente é
Durante endoscopia de vigilância de esôfago de Barrett, é
identificada uma lesão nodular de 1,2 cm. A ressecção
endoscópica de mucosa (EMR) é realizada, e o exame
histopatológico revela adenocarcinoma limitado à lâmina própria
(T1a), bem diferenciado, sem invasão linfovascular.
Com base nesses achados histopatológicos, a conduta
terapêutica mais apropriada é
Na sessão clínica do seu Serviço de Cirurgia, discutiu-se o caso de
um paciente de 67 anos, que procurou atendimento por
alteração progressiva do hábito intestinal há oito meses. Ele
relata episódios alternados de constipação e evacuações em
pequeno volume, associadas a sensação de evacuação
incompleta. Nos últimos três meses observou exteriorização de
sangue misturado às fezes e perda ponderal de 9 kg. Refere ainda
distensão abdominal intermitente e cólicas em flanco esquerdo.
Ao exame físico: Estado geral regular; IMC: 22 kg/m²; Frequência
cardíaca: 94 bpm; Pressão arterial: 118/70 mmHg; Abdome
discretamente distendido; Dor leve à palpação profunda do
quadrante inferior esquerdo; Sem sinais de irritação peritoneal;
Toque retal sem lesão palpável.
Exames laboratoriais: Hemoglobina: 9,9 g/dL; Ferritina reduzida;
CEA: 12 ng/mL.
Uma colonoscopia identifica lesão estenosante e ulcerada
localizada no cólon descendente distal, cuja biópsia demonstra
adenocarcinoma moderadamente diferenciado. A tomografia
computadorizada de tórax, abdome e pelve não evidencia
metástases à distância nem invasão de órgãos adjacentes.
Considerando os princípios atuais da prática cirúrgica, a melhor
interpretação diagnóstica, propedêutica e tratamento para o
caso, será:
Seu paciente é um homem de 54 anos, que procurou
atendimento devido a episódios recorrentes de dor abdominal
vaga na região periumbilical há aproximadamente 10 meses,
associados a anemia ferropriva progressiva e dois episódios de
melena de pequeno volume nos últimos quatro meses. Refere
discreta perda ponderal de 4 kg no período, atribuída à redução
do apetite. Nega febre, sudorese noturna ou antecedentes
familiares de neoplasias gastrointestinais.
Quando do exame físico observou-se: Estado geral preservado;
Pressão arterial: 122/78 mmHg; Frequência cardíaca: 84 bpm;
Abdome flácido e indolor; Sem massas palpáveis; Sem
visceromegalias; Toque retal sem alterações.
Os exames laboratoriais mostram: Hemoglobina: 9,8 g/dL;
Ferritina reduzida; Leucograma normal; Função hepática normal.
Uma endoscopia digestiva alta e a colonoscopia não identificam a
origem do sangramento. É realizada enterografia por tomografia
computadorizada, que demonstra lesão submucosa bem
delimitada de 3,8 cm no jejuno proximal, sem adenomegalias
regionais, invasão mesentérica ou metástases. Realizou-se uma
enteroscopia que evidencia lesão subepitelial ulcerada, e a
ecoendoscopia demonstra tumor originado da camada muscular
própria.
Considerando os princípios descritos, a melhor sequência de
hipótese diagnóstica, propedêutica complementar e tratamento,
será:
Homem de 68 anos procura atendimento por icterícia progressiva
há três meses. Relata colúria intensa, hipocolia fecal, prurido
generalizado incapacitante e perda ponderal de 12 kg. Nega
episódios prévios de colelitíase ou pancreatite. Refere fadiga
importante, porém pouca dor abdominal.
Ao exame físico: Estado geral regular; Icterícia cutaneomucosa
(+++/4+); Escoriações cutâneas difusas pelo prurido; Frequência
cardíaca: 86 bpm; Pressão arterial: 128/78 mmHg; Abdome
flácido e indolor; Ausência de massa palpável; Vesícula biliar não
palpável.
Exames laboratoriais: Bilirrubina total: 18,4 mg/dL; Bilirrubina
direta: 15,7 mg/dL; Fosfatase alcalina de 1.120 U/L; Gama-GT:
1.380 U/L; CA 19-9 elevado; Alfafetoproteína normal.
Uma ultrassonografia evidencia dilatação importante das vias
biliares intra-hepáticas, sem dilatação significativa do colédoco
distal.
A melhor sequência de propedêutica diagnóstica, para
classificação anatômica e tratamento potencialmente curativo,
será: