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Considerando o diagnóstico, a extensão da doença e os achados endoscópicos atuais, a conduta mais adequada para esse paciente será
Homem de 64 anos apresenta dor epigástrica irradiada para o dorso e perda ponderal de 9 kg em quatro meses. A tomografia computadorizada com protocolo para pâncreas evidencia adenocarcinoma de 4,3 cm no corpo pancreático, sem metástases hepáticas, peritoneais ou linfonodais à distância.
A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.
Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor:
A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.
Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor:
A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.
Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor:
A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.
Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor: