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Seu preceptor da residência médica discute com você a conduta para um paciente de 58 anos, obeso, com história de refluxo gastroesofágico há 15 anos em uso irregular de inibidor de bomba de prótons. Indicam uma endoscopia digestiva alta por piora dos sintomas. O exame mostra esofagite de refluxo LA-D cicatrizada e segmento de metaplasia intestinal tipo Barrett de 7 cm, estendendo-se de 30 a 37 cm da arcada dentária, com ilhas de mucosa gástrica no interior. É realizada cromoendoscopia com magnificação que identifica área de 1,5 cm, elevada, com padrão de pit irregular no quadrante anterior, a 32 cm da arcada. As biópsias dirigidas dessa lesão revelam displasia de alto grau. As demais biópsias do segmento de Barrett mostram apenas metaplasia intestinal sem displasia. A tomografia de tórax e abdome não evidencia linfonodomegalias ou metástases. A manometria esofágica é normal.

Considerando o diagnóstico, a extensão da doença e os achados endoscópicos atuais, a conduta mais adequada para esse paciente será

Homem de 64 anos apresenta dor epigástrica irradiada para o dorso e perda ponderal de 9 kg em quatro meses. A tomografia computadorizada com protocolo para pâncreas evidencia adenocarcinoma de 4,3 cm no corpo pancreático, sem metástases hepáticas, peritoneais ou linfonodais à distância.



A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.



Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor:

Homem de 64 anos apresenta dor epigástrica irradiada para o dorso e perda ponderal de 9 kg em quatro meses. A tomografia computadorizada com protocolo para pâncreas evidencia adenocarcinoma de 4,3 cm no corpo pancreático, sem metástases hepáticas, peritoneais ou linfonodais à distância.

A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.

Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor:
Homem de 64 anos apresenta dor epigástrica irradiada para o dorso e perda ponderal de 9 kg em quatro meses. A tomografia computadorizada com protocolo para pâncreas evidencia adenocarcinoma de 4,3 cm no corpo pancreático, sem metástases hepáticas, peritoneais ou linfonodais à distância.

A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.

Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor: 
Homem de 64 anos apresenta dor epigástrica irradiada para o dorso e perda ponderal de 9 kg em quatro meses. A tomografia computadorizada com protocolo para pâncreas evidencia adenocarcinoma de 4,3 cm no corpo pancreático, sem metástases hepáticas, peritoneais ou linfonodais à distância.

A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.

Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor: