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Gliomas de baixo grau da infância frequentemente sofrem transformação em gliomas de alto grau, como ocorre com os gliomas de baixo grau de adultos.
As decisões terapêuticas relacionadas ao tratamento dos gliomas de baixo grau da infância são mais estreitamente correlacionadas à idade da criança e à localização do tumor do que ao subtipo histológico ou biologia tumoral.
As síndromes autossômicas dominantes tuberose esclerosa e neurofibromatose tipo 1 estão associadas a maior incidência de gliomas de baixo grau na infância.
Alterações moleculares no gene BRAF, IDH1 e IDH2 são as alterações genômicas mais frequentes, estando presentes nos gliomas de baixo grau pediátricos.
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Constituem grupo de baixo risco para SLT os pacientes com tumores sólidos, leucemia mielóide crônica (fase blástica) e leucemia mielóide aguda com contagem de leucócitos com valor inferior a 25.000, quantificação da desidrogenase lática duas vezes menor que o limite superior da normalidade e função renal preservada.