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Para paciente de 65 anos de idade com adenocarcinoma de reto superior, com invasão até a serosa, sem linfonodos perirretais comprometidos EC T3N0M0, é adequada a conduta de cirurgia seguida por quimioterapia oral com capecitabina associada a radioterapia pélvica, dado o risco de recidiva local.
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Em associação à quimioterapia antineoplásica podem ser utilizadas citoquinas hematopoiéticas, como eritropoetina humana recombinante, para tratamento de anemia e fator estimulante de colônia de granulócitos para reduzir os períodos de neutropenia após a quimioterapia mielossupressiva, não existindo benefício no uso profilático desses medicamentos na quimioterapia de mama.
O trastuzumab, anticorpo monoclonal que se liga à proteína HER2/neu do receptor EGRF na superfície celular e é um inibidor da tirosina quinase, está indicado apenas para tratamento de pacientes com Her-2 positivo no tratamento curativo associado a quimioterapia do câncer de mama.
A toxicidade dose-limitante aguda das antraciclinas, agentes citotóxicos que inibem a ação da topoisomerase II, está relacionada a mielossupressão, alopécia e extravasamento no local da punção, e sua cardiotoxicidade é cumulativa e causada pelo acúmulo de radicais livres, sendo a dose máxima cumulativa de doxorrubicina de 500 mg/m².
Situação hipotética: Paciente de 60 anos de idade, portadora de carcinoma ductal infiltrante grau 2 de mama esquerda impalpável, diagnosticado por biópsia estereotáxica e, após exames de estadiamento, classificado como T1cN0M0 (UICC), foi submetida a quadrantectomia com linfonodo sentinela. No exame anatomopatológico foi evidenciado tumor de 1,9 cm, e ausência de linfonodos axilares comprometidos; o exame imuno-histoquímico evidenciou Ki67 = 10%, receptor de estrógeno e progesterona positivos em 90% das células e Her-2 score 2+ e FISH negativo. Assertiva: Nesse caso, a paciente classifica-se como tipo imunofenotípico Luminal A e deve receber indicação de hormonioterapia e radioterapia adjuvantes.