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Uma mulher com 44 anos de idade é encaminhada para avaliação de nódulos mamários múltiplos, inicialmente atribuídos a possível doença fibrocística benigna da mama. A razão do encaminhamento ao especialista é a preocupação da paciente com o fato de uma tia paterna, com 68 anos de idade, ter sido recentemente diagnosticada com câncer de mama (adenocarcinoma ductal infiltrante).
A paciente é multípara (G4P5), tendo sua primeira gestação ocorrido aos 36 anos de idade. Amamentou todos os filhos por pelo menos 1 ano. Sua menarca foi tardia, ocorrendo aos 16 anos de idade. Relata que seus ciclos menstruais são indolores e regulares, a cada 28 dias (3 dias de duração), com fluxo em volume normal. Mantém relações sexuais regulares, com parceiro único e sem uso de preservativo. Ela nega possuir comorbidades e alergias.
No exame das mamas, são palpados múltiplos nódulos de consistência fibroelástica bilaterais, no meio dos quais é palpado um nódulo sólido, indolor e pouco móvel, de 2,0 cm de diâmetro, localizado no quadrante superior externo da mama esquerda; não há alterações cutâneas locais nem linfonodomegalias satélites, axilares, supraclaviculares ou cervicais. No exame físico geral, a paciente se encontra em bom estado, corada, com IMC = 23,5 kg/m2 .

Além do nódulo sólido palpável, qual é o outro fator de risco para câncer de mama que a paciente apresenta?
A equipe de Saúde da Família recebeu uma solicitação de visita domiciliar para um paciente com 74 anos de idade, que obteve alta hospitalar no dia anterior. A esposa e cuidadora do paciente mostrou a contrarreferência do hospital, informando que o paciente esteve internado por câncer de próstata avançado com metástases ósseas e que recebeu alta com cuidados paliativos. Ademais, o paciente é hipertenso, diabético, acamado há 1 ano, em uso de sonda nasoenteral devido a um acidente vascular encefálico e sem perspectiva de tratamento curativo. A esposa estava bastante angustiada e não entendia como o marido tinha recebido alta naquelas condições, pois gemia e, à noite, gritava de dor, mesmo em uso de paracetamol e codeína (500 mg + 30 mg), que foram mantidos na alta hospitalar.

Qual é a conduta médica correta para esse paciente?
Um homem com 62 anos de idade retorna à consulta para receber o resultado de biópsia transretal de próstata, procedimento realizado duas semanas antes, cuja classificação histopatológica foi de Gleason 7 (4 + 3).
Esse resultado caracteriza o diagnóstico de 

Com relação às deficiências auditivas, julgue o item a seguir.


No caso de paciente em quimioterapia por cisplatina por câncer de pulmão que apresente apenas zumbido bilateralmente por 2 semanas, sem queixa de hipoacusia, estando ausente queixa de hipoacusia, pode-se afastar ototoxicidade continuar o tratamento quimioterápico. 

Um paciente com sessenta anos de idade, tabagista, apresenta quadro de desconforto faríngeo, disfagia e mudança da qualidade vocal há 9 meses. No exame do pescoço desse paciente, observou-se a presença de um linfonodo endurecido de 3 cm na região cervical esquerda.

Com relação a esse caso clínico e ao câncer de laringe e hipofaringe, julgue o item que se segue.  

A maior parte dos tumores de hipofaringe acomete a área retrocricoide.