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Mulher de 63 anos, menopausada há 10 anos, procura atendimento por aumento progressivo do volume abdominal, distensão e sensação de plenitude pós-prandial nos últimos 3 meses. Refere perda ponderal involuntária, episódios de náusea e alteração do hábito intestinal (alternância entre constipação e evacuações amolecidas). Nega sangramentos genitais.
Ao exame físico, apresenta abdome globoso, com ascite moderada, sinal de macicez móvel e presença de nódulos duros em flanco direito (Sinal de Blumer). Ao toque vaginal, palpa-se massa anexial esquerda de consistência pétrea.
Exames laboratoriais revelam: CA-125: 640 U/m; Hemoglobina: 10,2 g/d; Albumina: 2,8 g/d; Creatinina: 1,1 mg/dL Uma tomografia computadorizada de abdome/pelve evidencia: massa anexial sólida e cística à esquerda (6,5 cm), espessamento difuso do peritônio com implantes nodulares, ascite volumosa e linfonodomegalia retroperitoneal.

O diagnóstico mais provável, a preparação adequada do paciente e o tratamento de escolha são, respectivamente, 
Paciente de 67 anos, G3P3, apresenta sangramento uterino anormal na pós-menopausa. A biópsia endometrial revelou adenocarcinoma endometrioide grau 2. Realizada histerectomia total com salpingo-ooforectomia bilateral e linfadenectomia pélvica. O anatomopatológico demonstrou tumor infiltrando mais de 50% do miométrio, sem acometimento cervical, trompas, ovários ou linfonodos. Ausência de invasão linfovascular.
Com base nos achados clínico-patológicos, o estadiamento FIGO de 2023 mais adequado para esse caso é 
Paciente do sexo masculino, 72 anos, foi submetido a colectomia segmentar por adenocarcinoma de cólon diagnosticado em colonoscopia de rastreamento.
O exame anatomopatológico mostrou tumor restrito à submucosa (T1), sem comprometimento linfonodal (0 de 18 linfonodos ressecados) e sem evidências de metástase à distância.
A conduta mais adequada após o procedimento cirúrgico é
Durante colonoscopia de rastreamento em paciente do sexo masculino com 63 anos, foi identificado um pólipo pediculado de 1,8 cm no cólon sigmoide. O pólipo foi ressecado endoscopicamente em peça única. O laudo anatomopatológico demonstrou adenocarcinoma bem diferenciado restrito à porção cefálica do pólipo (Haggitt 1). Margens livres de neoplasia. Ausência de invasão linfovascular.
A conduta mais adequada para esse paciente é

O carcinoma hepatocelular é o tumor hepático maligno mais comum.


A síndrome paraneoplásica mais frequente nessa malignidade, entre as opções a seguir, é