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Mulher, 62 anos, previamente hígida, assintomática. Realizou endoscopia digestiva alta de rastreamento que evidenciou em transição esôfago gástrica lesão tumoral plana com 30 mm de extensão no seu maior eixo, associada à esofagite erosiva distal (grau A de Los Angeles) e hérnia hiatal. A biópsia revelou adenocarcinoma invasivo, de padrão tubular. Realizou ecoendoscopia que evidenciou uma lesão uT1N0Mx (M3) e PET-CT sem evidências de doença à distância. Foi indicada dissecção endoscópica submucosa que revelou denocarcinoma bem diferenciado de 20 mm em área de displasia de alto grau, com invasão angiolinfática e margens livres.



A conduta indicada nesse momento é:

Um menino de 2 anos é levado ao pediatra para consulta de rotina. Os pais relatam que a criança está se alimentando bem, encontra-se aparentemente saudável, mas nas últimas semanas notaram que seu abdome parecia estar mais inchado. Além disso, referem que ele se cansa facilmente e tem estado mais irritado que o normal. Não há histórico prévio de patologias relevantes, episódios febris ou perda de peso. Ao exame físico, a palpação abdominal revelou uma massa firme e não dolorosa no flanco direito, sem outros sinais aparentes de infecção. A criança estava afebril e apresentava um estado geral bom.



Considerando as principais neoplasias abdominais da infância e a importância do exame físico abdominal de rotina, qual das alternativas corresponde adequadamente aos achados clínico-laboratoriais encontrados que poderiam conduzir a investigação diagnóstica?

São dermatoses fortemente indicativas de neoplasias extracutâneas:
Indicação de tratamento para carcinoma basocelular esclerodermiforme recidivado é
Os principais fatores prognósticos do melanoma relacionados com a lesão primária são