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Uma mulher de 50 anos foi submetida a um exame endoscópico
alto para investigação de plenitude pós-prandial. O endoscopista
observou a presença de uma erosão plana de cerca de 25 mm na
região do antro, grande curvatura, classificada como IIc pela
Sociedade Japonesa de Endoscopia Digestiva.
A biópsia revelou adenocarcinomas diferenciados com profundidade de invasão T1a e ausência de ulceração ou invasão linfo vascular. Ausência de Helicobacter pylori na biópsia. A paciente apresentava bom estado geral, PA 110-80 mm Hg, corada, RCR 2T, abdômen flácido, fígado e baço impalpáveis. Presença de placas com papilas aveludadas hiper pigmentadas no pescoço e axila. As enzimas hepáticas eram normais e uma TC abdominal foi considerada normal.
A partir do exposto, a melhor conduta terapêutica, levando em consideração a qualidade de vida, é
A biópsia revelou adenocarcinomas diferenciados com profundidade de invasão T1a e ausência de ulceração ou invasão linfo vascular. Ausência de Helicobacter pylori na biópsia. A paciente apresentava bom estado geral, PA 110-80 mm Hg, corada, RCR 2T, abdômen flácido, fígado e baço impalpáveis. Presença de placas com papilas aveludadas hiper pigmentadas no pescoço e axila. As enzimas hepáticas eram normais e uma TC abdominal foi considerada normal.
A partir do exposto, a melhor conduta terapêutica, levando em consideração a qualidade de vida, é
Paciente do sexo masculino, 39 anos, sem comorbidades, procura
atendimento com queixa de pirose 3 a 4 vezes por semana,
geralmente após refeições gordurosas. Não apresenta
regurgitação noturna ou disfagia. Uso intermitente de antiácido
traz alívio parcial. Endoscopia digestiva alta recente é normal.
pHmetria de 24 horas mostra índice de refluxo (DeMeester) = 12
(normal < 14,7), com correlação sintoma-refluxo positiva
(número de sintomas associados a episódios ácidos = 75%).
Manometria esofágica com esfíncter esofágico inferior (EEI) com
pressão normal, peristaltimo preservado, relaxamento completo
do EEI durante a deglutição.
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é
Homem de 62 anos, tabagista e etilista crônico, apresenta perda
ponderal de 12 kg em 3 meses, anorexia e epigastralgia.
Endoscopia digestiva alta revela lesão ulcerada na pequena
curvatura gástrica, com bordas elevadas e infiltradas. A biópsia
confirma adenocarcinoma gástrico. O paciente é submetido a
gastrectomia subtotal com linfadenectomia D2.
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3); – metástase em 4 linfonodos regionais (pN2); – ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3); – metástase em 4 linfonodos regionais (pN2); – ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
Paciente de 58 anos internou-se em enfermaria de Clínica Médica
para investigar linfonodomegalia generalizada, sendo a maior
uma massa de aproximadamente 15 cm no maior diâmetro em
região axilar direita com ulceração. Apresentava-se com perda
ponderal de 20 kg ao longo de 3 meses, febre ocasional,
síndrome dispéptica e diarreia crônica. Ao longo da internação,
obteve-se dois diagnósticos: o de linfoma não Hodgkin difuso
de grandes células B e infecção pelo HIV com CD4+ de
180 células/?L. Também foram realizadas tomografias
com contraste venoso evidenciando linfonodomegalias
retroperitoneais, espessamento da parede do estômago e
do íleo, nódulo suspeito em topografia de adrenal esquerda.
O exame de medula óssea revelou infiltrado linfocítico em 45%
com presença de células grandes atípicas, núcleos pleomórficos e
múltiplos nucléolos proeminentes, compatível com infiltração por
linfoma difuso de grandes células B.
Considerando que o paciente apresenta linfoma difuso de grandes células B, relacionado ao HIV com envolvimento de múltiplos sítios extranodais, a avaliação complementar obrigatória deve incluir
Considerando que o paciente apresenta linfoma difuso de grandes células B, relacionado ao HIV com envolvimento de múltiplos sítios extranodais, a avaliação complementar obrigatória deve incluir
Paciente masculino, 68 anos, portador de adenocarcinoma
pulmonar metastático, é internado para controle de dor óssea
refratária. Relata uso domiciliar de tramadol 100 mg de 6/6h sem
alívio adequado da dor (escala visual analógica = 8/10). Ao exame
físico, apresenta-se desidratado, com performance status ECOG 2.
Os exames laboratoriais mostram:
• cálcio total 12,8 mg/dL (VR: 8,5-10,5); • cálcio ionizado 1,45 mmol/L (VR: 1,12-1,32); • creatinina 1,4 mg/dL (VR: 0,7-1,2) • ureia 52 mg/dL (VR: 15-45); • clearance de creatinina estimado 55 mL/min/1,73m²; • sódio 138 mEq/L; • potássio 4,2 mEq/L; • ALT 28 U/L; • AST 32 U/L (função hepática normal).
Acerca da conduta terapêutica mais adequada para o controle da dor nesse paciente, é correto afirmar que
Os exames laboratoriais mostram:
• cálcio total 12,8 mg/dL (VR: 8,5-10,5); • cálcio ionizado 1,45 mmol/L (VR: 1,12-1,32); • creatinina 1,4 mg/dL (VR: 0,7-1,2) • ureia 52 mg/dL (VR: 15-45); • clearance de creatinina estimado 55 mL/min/1,73m²; • sódio 138 mEq/L; • potássio 4,2 mEq/L; • ALT 28 U/L; • AST 32 U/L (função hepática normal).
Acerca da conduta terapêutica mais adequada para o controle da dor nesse paciente, é correto afirmar que