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Em casos de câncer da rinofaringe, a presença de metástases cervicais no diagnóstico é bastante frequente. Em relação a essas metástases, pode-se dizer que são encontradas, principalmente, nos níveis
Paciente, 8 anos de idade, previamente hígido, apresenta quadro de dor abdominal intensa, com massa abdominal palpável e aumento de DHL. A biópsia confirma Linfoma de Burkitt. Qual complicação é a mais esperada no início do tratamento? 
Um paciente de 75 anos, com histórico de gastrectomia subtotal por adenocarcinoma gástrico há 5 anos, retorna ao serviço apresentando dor abdominal difusa e ascite. A tomografia computadorizada de abdome e pelve revela sinais de carcinomatose peritoneal e múltiplas lesões hepáticas, compatíveis com metástases. A análise citológica da ascite confirma a presença de células neoplásicas compatíveis com adenocarcinoma. O paciente apresenta performance status ECOG 2. 
Diante do quadro descrito, qual é a melhor conduta terapêutica neste estágio avançado da doença?
Paciente de 68 anos de idade, portador de gastrectomia parcial com gastrojejunostomia em Billroth II realizada há 30 anos para úlcera péptica, apresenta adenocarcinoma bem diferenciado no coto gástrico, T1b (submucosa), sem linfonodos suspeitos na tomografia. Após Billroth II, o refluxo duodenogástrico crônico provoca inflamação mucosal e exposição a bile e enzimas pancreáticas, favorecendo a carcinogênese por estresse oxidativo e formação de nitrosaminas. A propedêutica incluiu endoscopia com biópsia mapeada, avaliação de profundidade por EUS e TC de abdome/pelve contrastada para estadiamento e exclusão de metástases.
Nesse caso, qual é a abordagem cirúrgica com maior probabilidade de cura, levando em conta a fisiologia do remanescente gástrico, a necessidade de linfadenectomia adequada e os riscos de recorrência no coto?
Paciente de 75 anos de idade, portador de fibrilação atrial em uso de anticoagulante oral e DPOC grave, diagnosticado com carcinoma espinocelular de esôfago no terço médio, estágio cT3N1M0. Após discussão multidisciplinar, considera-se que o paciente não é candidato ideal à esofagectomia radical devido às suas comorbidades e fragilidade.
Qual a estratégia terapêutica com intenção curativa mais adequada para esse paciente, levando em conta sua inaptidão cirúrgica?