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Homem, 65 anos de idade, apresenta queixas de disfagia, inicialmente, para sólidos, tendo evoluído para disfagia a alimentos pastosos, acompanhada de emagrecimento de cerca de 4 kg neste período. Foi submetido à endoscopia digestiva que revelou lesão ulcerada e infiltrativa no terço distal do esôfago que se estende até a cardia e estenosa à luz do órgão. Realizadas biópsias, cujo resultado revelou tratar-se de um adenocarcinoma. Os principais fatores de risco para esta neoplasia são:
Mulher, 54 anos de idade, é submetida a uma Endoscopia Digestiva Alta (EDA) para avaliação de sintomas dispépticos. Os achados revelam uma massa polipoide de 1,5 cm no estômago proximal que foi biopsiada. A patologia revela um adenocarcinoma bem diferenciado. O próximo passo mais apropriado nesse caso é: 
Mulher, 79 anos de idade, com quadro de hematúria macroscópica intermitente há 1 mês, foi investigada com exame de urotomografia com contraste, evidenciando lesão vesical de 4 cm captando contraste. Foi submetida à ressecção endoscópica de bexiga e anatomopatológico de carcinoma urotelial de alto grau com extensa infiltração de lâmina própria. Muscularis própria foi identificado e está livre no AP, estadiamento é pT1. Em relação a próxima conduta recomendada, segundo as diretrizes da EAU e AUA, assinale a alternativa correta. 
Criança, dois anos de idade, em acompanhamento ambulatorial no pós-operatório tardio de transplante hepático inter vivos em uso regular de imunossupressores, esquema de tacrolimo e prednisona, apresenta quadro de febre persistente há 4 semanas, com perda de peso, anorexia, sintomas respiratórios altos persistentes, com congestão nasal, coriza. Ao exame físico apresenta hipertrofia acentuada de amigdalas com obstrução de praticamente 90% da luz do cavum. Dentre os exames, chama a atenção um aumento de DHL e PCR positivo para vírus EBV. A conduta imediata mais adequada e hipótese diagnóstica mais provável são, respectivamente:
Homem, 37 anos de idade, submetido a transplante cardíaco há 9 meses, evolui com febre baixa persistente, perda de peso e linfadenomegalia cervical. Está em uso de tacrolimo, micofenolato e prednisona. Sorologia mostra EBV IgG positivo e PCR para EBV elevado. Biópsia do linfonodo mostra proliferação linfoide atípica com positividade para CD20 e EBER (RNA do EBV). Qual o diagnóstico e conduta inicial mais adequada?