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Na endoscopia digestiva alta, a classificação de Paris é utilizada para descrever lesões neoplásicas superficiais com base no aspecto morfológico. A lesão plana elevada, com altura inferior a 2,5 mm e sem depressão central, é classificada como: 
No diagnóstico diferencial e rastreamento molecular das neoplasias colorretais, o padrão ouro para identificação da Síndrome de Lynch (Câncer Colorretal Hereditário Não-Polipose - HNPCC) baseia-se na identificação de instabilidade de microssatélites (IMS). Do ponto de vista genético, essa condição é causada por mutações germinativas em genes do sistema de reparo de incompatibilidade do DNA (mismatch repair - MMR). O par de genes que responde pela grande maioria dos casos confirmados desta síndrome é:
Paciente de 55 anos apresentou aumento de volume e dor em testículo direito. Negou febre, sudorese noturna e perda ponderal. Sem linfonodomegalia e hepatoesplenomegalia no exame físico. Ressonância magnética: sem outras alterações além de testículo direito aumentado com 3 áreas nodulares. Realizada orquiectomia unilateral. Anatomopatológico: Linfoma difuso de grandes células B, CD20, BCL2, PAX5, lambda positivos, Ki67: 80%.
Sobre esse tipo de linfoma, é correto afirmar:
Mulher de 57 anos é diagnosticada com LLC e o tratamento é iniciado em função de suores noturnos, perda de peso e aumento progressivo dos linfonodos, com risco de obstrução de vias aéreas superiores. A princípio apresentava 127.850/mm3 linfócitos. Evoluiu com rápida redução da linfadenopatia e melhora dos sintomas, entretanto, foi observada linfocitose de 230.000/mm3 .
Sobre a elevação da leucometria nesse contexto:
Mulher, 66 anos, bom estado geral, ECOG 1, KPS 100, queixou-se de sangramento retal. Foi realizada colonoscopia e biópsia, sendo diagnosticado adenocarcinoma do reto, distando 4,8 cm da margem anal e com 2,5 cm de extensão. Realizado estadiamento com tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve, além de ressonância nuclear magnética de pelve, detectando-se um tumor com invasão local até gordura mesorretal (T3), e presença de linfonodo suspeito no mesorreto (N1); ausência de envolvimento da fáscia mesorretal (CRM), invasão vascular extramural (EMVI) ou linfonodos laterais. Sem evidência de metástase à distância.
O melhor tratamento a ser proposto para esta paciente deverá ser