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Paciente do sexo masculino, de 32 anos de idade, procura atendimento médico por aumento de volume em testículo esquerdo, indolor, há 3 meses. Exames de imagem mostram massa em testículo esquerdo, de 7 cm no maior diâmetro, além de linfonodomegalias retroperitoneais de até 5 cm no menor diâmetro. Tomografia computadorizada de tórax apresenta conglomerado linfonodal mediastinal de 10 cm no maior diâmetro. Exames de laboratório apresentam hemoglobina: 11 g/dL, leucócitos: 8.800/mm3 com diferencial normal, plaquetas: 164.000/mm3 , C: 0,9, TGO: 34 U/L, bilirrubinas totais: 1,2 mg/dL; DHL: 2.400 U/L; alfafetoproteína: 34 ng/mL, bHCG: 120 UI/mL.
Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é
Paciente do sexo masculino, de 63 anos de idade, tabagista 20 anos/maço, ECOG 0, tem o diagnóstico de carcinoma de células transicionais de bexiga, estádio clínico T3N2. Exames de imagem não evidenciam metástases a distância, e o paciente apresenta clearance de creatinina estimado de 88 ml/min.
Nesse caso, a melhor conduta é
Paciente do sexo masculino, de 72 anos de idade, tem o diagnóstico de adenocarcinoma de próstata, estádio clínico T1a, Gleason 6, PSA = 8,2 ng/dL. O paciente é portador de insuficiência cardíaca congestiva classe funcional III, tem IMC de 42,52 Kg/m2 , dislipidemia e diabetes mellitus tipo II de difícil controle.
Nesse caso, a melhor conduta é
Paciente de 74 anos de idade, sexo feminino, durante exames de check up tem identificada lesão pancreática. A paciente não tem histórico pessoal ou familiar de câncer. CA19-9: 64 U/mL, demais exames dentro da normalidade. Após biópsia que confirma o diagnóstico de adenocarcinoma de pâncreas, é avaliada pela equipe cirúrgica, que considera a lesão localizada e ressecável. O teste genético não encontra mutações patogênicas ou potencialmente patogênicas. A paciente é submetida à cirurgia, a ressecção é completa, não tem comprometimento linfonodal e as margens estão livres. Exames recentes não mostram recorrência da doença e CA19-9 = 32 U/mL. Sua recuperação clínica é bastante satisfatória, a paciente está na 10ª semana do pós-operatório e vem para avaliação com oncologistas.
Nesse caso, a melhor conduta é
Paciente de 58 anos de idade, sexo feminino, sem histórico pessoal ou familiar de câncer. Realiza colonoscopia por desconforto abdominal, dificuldade para evacuação e presença esporádica de sangue nas fezes. Foi evidenciada lesão não obstrutiva em cólon descendente. Exame anatomopatológico revela tratar-se de adenocarcinoma G3. Imuno-histoquímica: MLH1 positivo, MSH2 positivo, MSH6 positivo e PMS2 positivo. KRAS, NRAS e BRAF selvagens. CEA: 42. Tomografia computadorizada (TC) de tórax sem sinais de acometimento secundário. TC de abdômen com sinais de carcinomatose peritoneal e duas lesões hepáticas compatíveis com acometimento secundário.
Nesse caso, a melhor conduta é