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Paciente do sexo feminino, 63 anos, com adenocarcinoma de reto médio a 7 cm da borda anal, estadiado inicialmente como cT3bN1, foi submetida à quimiorradioterapia neoadjuvante com capecitabina associada à radioterapia com dose total de 50,4 Gy em 28 frações. Após 10 semanas do término do tratamento, encontra-se assintomática. A retoscopia mostra úlcera superficial no local da lesão primária. A ressonância magnética de pelve (com protocolo de avaliação de resposta) não evidencia massa tumoral ou linfonodomegalias. A biópsia do leito ulcerado mostra apenas tecido inflamatório.


Assinale a alternativa que correta diante deste cenário. 

Paciente do sexo feminino, 58 anos, assintomática, foi submetida a colonoscopia de rastreamento, que identificou lesão de 2 cm, localizada a 8 cm da margem anal. A biópsia revelou adenocarcinoma bem diferenciado. A ressonância magnética de pelve demonstrou lesão restrita à submucosa, sem invasão da muscular própria, sem envolvimento linfonodal e sem sinais de invasão da fáscia mesorretal. Exames laboratoriais e tomografia de tórax e abdome sem alterações.


É correto afirmar que 

Acerca das principais neoplasias intra-articulares, é correto afirmar que
Mulher, 58 anos, tem antecedentes de hipertensão arterial sistêmica e tratamento por câncer de mama há 12 anos, em acompanhamento oncológico. Queixa-se de abaulamento cervical à direita com aumento progressivo há 8 meses. Nega sintomas além do desconforto local. Ao exame físico, encontrava-se em bom estado geral e a orofaringolaringoscopia não evidenciava lesões aparentemente suspeitas. Ao exame cervical, notava-se um abaulamento de cerca de 3,5 cm no maior eixo em topografia jugulocarotídea alta à direita, consistência firme, pulsátil, indolor, móvel no sentido laterolateral, porém não no sentido craniocaudal, sem sinais flogísticos associados. A tireoide erab tópica, com tamanho normal, fibroelástica, móvel à deglutição, sem nódulos palpáveis. Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa que indica a melhor conduta a ser tomada nesse momento.
Homem, 64 anos, história de etilismo e tabagismo, dá entrada no ambulatório de cirurgia de cabeça e pescoço com uma lesão infiltrativa em trígono retromolar direito. Laringoscopia sem outras lesões. Foi realizada uma biópsia incisional da lesão sob anestesia local com o seguinte resultado: carcinoma epidermoide invasivo. Foi solicitada tomografia computadorizada para estadiamento com os seguintes achados: presença de lesão ulceroinfiltrativa de aproximadamente 3 x 3 cm em região de trígono retromolar direito, DOI estimada em 7 mm. Medialmente, invade o palato duro e palato mole, sem ultrapassar a linha média, estendendo-se até loja amigdaliana. Inferiormente, acomete porção de 1,0 cm em borda lateral de língua oral (desce pelo ligamento palatoglosso) e assoalho da boca ipsilateral. Presença de infiltração óssea extensa. Múltiplas linfonodomegalias à esquerda, a maior de 2,6 cm, suspeitas para acometimento neoplásico secundário. Tórax sem evidência de lesões. Considerando o caso exposto, qual é o correto estadiamento clínico desse paciente?