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Um professor de Física deparou-se, em sala de aula, com o seguinte desafio didático: ensinar, para uma turma com alunos cegos, como se comportam os raios luminosos que incidem em espelhos esféricos, explicando como se formam as imagens nesses espelhos. Para isso, construiu modelos táteis, representados por quatro figuras, utilizando materiais como papelão, fita e barbante. Esses modelos táteis traduzem para os alunos cegos os mesmos modelos apresentados de maneira teórica no quadro. Nas figuras a seguir, são representados o objeto O, a imagem i, o centro de curvatura C, o foco F e o vértice V de espelhos côncavos.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.sbfisica.org.br/fne/Vol9/Num1/optica-para-cegos.pdf. Acesso em: 29 abr. 2024 (adaptado).

Nesse caso, como complemento ao modelo proposto pelo professor diante desse desafio didático, seria adequado
Um objeto qualquer deve ser uma fonte de luz para que possa ser enxergado. Essa fonte pode ser primária ou secundária. A reflexão da luz por um objeto pode ocorrer de maneira regular ou difusa. Sobre a reflexão da luz, todas as afirmativas a seguir estão corretas, EXCETO:
Analise as assertivas a respeito da formação de imagens em espelhos esféricos, obedecidas as condições de nitidez de Gauss, e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Um objeto posicionado no infinito terá sua imagem formada no foco de um espelho côncavo.
II. Em um espelho côncavo, um objeto posicionado entre seu centro de curvatura e o seu foco, a imagem desse objeto será invertida, real e também posicionada entre o centro e o foco do espelho.
III. Em um espelho convexo, a imagem de um objeto será menor que o objeto, direita e virtual.
IV. Para um objeto posicionado entre o vértice e o foco de um espelho côncavo, a sua imagem será virtual, direita e maior que o objeto.
V. Em um espelho côncavo, um objeto posicionado no foco terá sua imagem invertida, real e do mesmo tamanho do objeto.
Em um laboratório didático de física, um professor monta um experimento de interferência e difração da luz por meio de uma dupla fenda (o famoso experimento de Thomas Young). Nele, um laser de comprimento de onda 630 nm incide perpendicularmente em uma película que possui duas fendas bem estreitas, distantes 0,10 mm uma da outra. O anteparo onde se dá a interferência é colocado a 2,00 m da película e nele se observam as franjas de interferência, conforme ilustra a figura a seguir:
A partir dos dados do experimento, pode-se concluir que a distância entre os centros de duas franjas de interferência construtiva consecutivas (máximos de interferência) é de  
Assinale a alternativa que indica o fenômeno físico responsável pela formação de sombras definidas em relação à propagação da luz.