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Analise as asserções abaixo, com relação ao uso do hífen, avaliando-as com (V) as verdadeiras e (F) as falsas.
( ) Com os prefixos “ex”, “sem”, “além”, “aquém”, “recém”, “pós”, “pré”, “pró” usa-se sempre o hífen.
( ) Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: “açu”, “guaçu” e “mirim”. Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.
( ) Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.
( ) Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição. Exemplos: girassol, madressilva, mandachuva
( ) Com prefixo terminado em vogal, deve-se usar hífen diante de vogal diferente: auto-escola, antia-éreo.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
O atual acordo ortográfico trouxe diversas alterações às regras de acentuação. Julgue cada sentença abaixo:
I- Não se usa mais o acento diferencial em pôr (verbo) e por (preposição).
II- Não se usa mais o trema, sinal colocado sobre a letra “u” para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos-“gue”, “gui”, “que”, “qui”.
III- Não se usa mais o acento dos ditongos abertos “éi” e “ói” das palavras paroxítonas. Ex: alcateia.
IV- Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no “i” e no “u” tônicos quando vierem depois de um ditongo. Ex: feiura.
V- Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera, pôde/pode.
Está CORRETO o que se afirma em: