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Em algumas articulações, a fibrocartilagem articular, tanto na forma de um disco fibrocartilaginoso quanto na forma de discos parciais conhecidos como meniscos, também está presente entre os ossos que formam uma articulação. Assim, os discos intervertebrais e os meniscos do joelho são exemplos de estruturas de fibrocartilagem articular. Diante disto, são funções da fibrocartilagem articular, exceto:  
A disfunção articular da coluna lombar não é um quadro patológico, mas sim um transtorno de movimento ou transtorno fisiológico. Essa disfunção pode ser o resultado de uma ampla faixa de transtornos ortopédicos. Do ponto de vista mais simples, os termos podem ser usados para definir qualquer doença ou apresentação clínica que seja o resultado de mau funcionamento de articulações na coluna lombar. A respeito da disfunção articular da coluna lombar, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta. 

( ) Os pacientes adultos mais jovens normalmente apresentam história de rigidez na região lombar e, uma história anterior de trauma pode predispor o paciente aos sintomas lombares atuais. Outros fatores de contribuição, como as discrepâncias de extensão das pernas, as lesões na extremidade inferior ou as atividades repetitivas também podem estar associadas à disfunção articular. Os pacientes adultos mais jovens também podem ter história de dor lombar que piorou progressivamente, além disso, o paciente também pode apresentar história anterior de trauma ou de instabilidade lombar. 
( ) Pacientes adultos mais jovens podem relatar quadro de dor lombar unilateral que se irradia pela região glútea ipsilateral. Os pacientes podem relatar que começaram a sofrer de dores lombares depois de uma inclinação para trás e, quando voltaram à posição normal ereta, sentiram dor aguda que limitou seus movimentos desde então.
( ) Os sintomas geralmente diminuem com posições que exijam a extensão lombar junto com a inclinação e/ou rotação para o lado ipsilateral. Para outros os sintomas frequentemente são diminuídos por flexão lombar. Além disso, os sintomas geralmente são de natureza psicológica e há as atividades específicas que melhoram os sintomas e atividades específicas que pioram a dor. 
( ) Adultos mais novos com artrite ou estenose articular geralmente relatam início insidioso de dor e rigidez lombar. Pacientes com estenose central ou lateral demonstram alta tolerância para posicionamentos ou atividades envolvendo extensão. Em pacientes com estenose lateral, a dor lombar e na região glútea pode ocorrer bilateralmente. Já, pacientes com estenose central podem relatar dor ou alterações sensoriais em uma ou ambas as extremidades, a dor pode se localizar acima das nádegas ou acima dos joelhos. E, em termos funcionais, a deambulação geralmente não é limitada pela dor lombar ou pela dor glútea, ou por ambas.
( ) Em adultos mais velhos, a estenose lombar é, em geral, um processo degenerativo com hipertrofia da lâmina, hipertrofia degenerativa das facetas ou enrugamento ou hipertrofia do ligamentum flavum. O disco intervertebral pode sofrer alterações degenerativas e, essa degeneração leva ao colapso do disco e à artrite da faceta, estreitando o forame intervertebral.
( ) A estenose lateral é o estreitamento do canal vertebral central e pode ser congênita ou adquirida. A estenose central é o estreitamento do forame intervertebral. A estenose lateral pode comprometer a medula espinal ou a cauda equina (saco dural), enquanto a estenose central pode comprometer a raiz do nervo ou os gânglios da raiz dorsal. 
As articulações do corpo humano suportam peso, são sobrecarregadas pelas forças musculares e, ao mesmo tempo, fornecem amplitude de movimento para os segmentos corporais. Consequentemente, elas estão sujeitas a lesões agudas e por uso excessivo, bem como a infecção e as doenças degenerativas. Assim sendo, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome da lesão descrita: “Lesão causada pelo deslocamento ou torção anormal dos ossos da articulação resultante do estiramento ou da ruptura dos ligamentos, tendões e tecidos conectivos que cruzam a articulação. Pode ocorrer em qualquer articulação, mas é mais comum no tornozelo.”
A tenossinovite de De Quervain é um problema relativamente comum, com frequência igual para todas as raças, é ligeiramente mais frequente em mulheres do que em homens. Episódios recorrentes são comuns e trabalhos que requerem movimentos repetitivos de punho são frequentemente citados como causa. Pode ser precipitado por um trauma leve, como uma pancada no punho, mas o início geralmente é gradual. Inicialmente, a irritação física é resultado da inflamação aguda, com o tempo, alterações degenerativas crônicas se desenvolvem em consequência da inflamação, resultando em tendinose. O teste especial utilizado pelo fisioterapeuta para avaliação da presença da tenossinovite de De Quervain é chamado teste de Finkelstein. Diante disto, assinale a alternativa que não apresenta características do teste de Finkelstein. 
Com base em uma diferença de temperatura, os recursos terapêuticos térmicos transferem energia (calor) para os tecidos e a partir deles. A pele, por sua vez, contém receptores sensíveis à temperatura (termorreceptores) e, a maioria desses receptores respondem ao frio, enquanto um número menor responde ao calor. Dito isso, o fisioterapeuta possui uma gama de recursos terapêuticos térmicos que podem ser usados no tratamento dos seus pacientes e, para isso, é necessário saber escolher e aplicar o recurso mais indicado para cada caso e da melhor forma possível. Portanto, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome da técnica descrita: “Envolve o uso de terapia fria em conjunto com o movimento e é usada para melhorar a amplitude de movimento por meio da eliminação ou da redução do elemento da dor. A mobilização precoce, segura, indolor, ao longo da amplitude normal, resulta em uma reação mais acentuada dos macrófagos, resolução mais rápida do hematoma, aumento do crescimento vascular, regeneração mais rápida do músculo e tecido cicatricial e, aumento da força tensiva do músculo cicatrizado. Pode ser iniciada nos casos em que o tecido mole subjacente e o osso estão intactos e a dor está limitando a quantidade de movimento funcional. Embora seja uma técnica útil para aumentar a amplitude de movimento, deve-se ter cuidado para prevenir o mascaramento da dor, que, de outro modo, alertaria a pessoa contra dano tecidual adicional.”