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Inúmeros são os distúrbios e patologias que afetam o sistema musculoesquelético. Pacientes com esse tipo de problema geralmente apresentam uma ou mais das seguintes queixas: dor, inchaço, perda de função ou deformidade. Sendo de suma importância ter conhecimento a respeito das patologias, para poder realizar uma avalição de qualidade. Enquanto a história clínica revela a perspectiva do paciente, o exame físico e as imagens radiográficas são aspectos de importância vital no diagnóstico. Assim sendo, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome da patologia que acomete o sistema musculoesquelético descrita: “É caracterizada pelo deslizamento do colo do fêmur em relação à epífise femoral, devido ao enfraquecimento da placa epifisária. A cabeça do fêmur é geralmente deslocada medial e posteriormente em relação ao colo do fêmur. Essa doença é mais comumente observada em adolescentes obesos do sexo masculino. Ela ocorre quando o estresse sobre a placa epifisária proximal aumenta ou quando a resistência ao cisalhamento é reduzida. Os fatores que podem levar a esse aumento do estresse ou diminuição da resistência incluem distúrbios endócrinos ou renais, obesidade, coxa profunda (uma cavidade acetabular profunda) e retroversão femoral ou acetabular. Clinicamente, é classificada como estável ou instável e, em relação ao tempo, pode ser classificada como aguda ou crônica. A dor pode ser referida na coxa ou na face medial do joelho, tornando o exame da articulação do quadril importante em qualquer criança obesa com queixa de dor no joelho. O exame físico invariavelmente revela uma limitação da rotação interna do quadril. E, a investigação diagnóstica apropriada deve incluir radiografias anteroposteriores e em perfil.”
Independentemente da etiologia das amputações ou se elas acometem membros superiores ou inferiores, é importante lembrar que a realização de uma amputação visa a garantir melhora da funcionalidade da região amputada. Com a realização desse procedimento, cria-se um novo órgão de contato com o meio exterior, o coto de amputação. E, com a formação desse novo órgão de contato com o meio externo, é necessário que o paciente se submeta a um processo de reabilitação integral, considerando-se a nova condição do paciente. A reabilitação nos casos de amputação deverá ser realizada com apoio integral de uma equipe multiprofissional. Desse modo, é de suma importância que o fisioterapeuta esteja apto a participar dessa equipe de atendimento, para que possa realizar um atendimento e acompanhamento integral do paciente. A respeito dos níveis de amputação de membros inferiores e superiores, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Quando a amputação acomete o retropé, é feita a retirada de estruturas, como tálus e calcâneo, em amputações de fileiras ósseas distais. Na amputação de metatarso ou mediopé, as estruturas envolvidas são: cinco metatarsianos, numerados do 1º ao 5º, no sentido lateral para medial. Desses, o 5º metatarsal corresponde ao hálux, e o 1º, ao dedo mínimo. Já as amputações de antepé envolvem a retirada dos dedos do pé, que pode ser do hálux e/ou dos demais dedos.
( ) A amputação de Lisfranc, também chamada de amputação tarsometatarsiana, caracteriza-se pela desarticulação entre os metatarsianos e os ossos cuboide e cuneiforme. Já a amputação de Chopart é um tipo de amputação em que é feita uma desarticulação, realizada entre os ossos navicular e cuboide com o tálus e o calcâneo, respectivamente. Esse nível de amputação é também conhecido pelo nome de amputação do retropé e, em geral, está indicado para pacientes acometidos por patologias vasculares, infecciosas, traumáticas e, em menor número, patologias tumorais.
( ) Na amputação de tornozelo, o tipo mais comum de técnica de amputação é a de Syme, relacionada com uma verdadeira desarticulação do tornozelo e associada à remoção total dos maléolos mediais e laterais, de modo que se tenha uma superfície de sustentação de peso nivelada sobre a cartilagem articular fibular. Nessa amputação, o coxim do calcanhar permanece íntegro e é colocado na extremidade da fíbula, servindo como uma alavanca para a protetização.
( ) A desarticulação de joelho é um tipo de amputação em que se preconiza a preservação da patela, estando indicada em casos de amputação de causa traumática, e não de causa vascular. O nível de amputação chamado de transfemoral é realizado entre o joelho e o quadril. Assim como na amputação transtibial, a amputação transfemoral pode ser dividida em três níveis: terço proximal, médio e distal. Na desarticulação do quadril, a amputação é realizada na área da articulação coxofemoral e, nesses casos, o controle da prótese de membro inferior fica mais difícil. Nos tipos de amputações chamados de hemipelvectomias, são retiradas a perna inteira e parte da pelve, até a região do sacro.
( ) A desarticulação escapulotorácica é uma amputação em que é feita a separação entre a escápula e o peitoral maior, removendo parte da clavícula e a escápula. A desarticulação glenoumeral, ou de ombro, envolve a retirada parcial do úmero, preservando a integridade da clavícula e da escápula, sendo feita a retirada completa do membro superior. A amputação chamada de transumeral, por sua vez, consiste na amputação no âmbito do úmero, a qual pode ser feita em diferentes níveis de proximidade. A desarticulação de cotovelo consiste na retirada parcial dos ossos do antebraço (rádio ou a ulna), preservando a integridade proximal do úmero.
( ) A amputação de antebraço, também chamada de amputação transradial, consiste na secção óssea entre a articulação do cotovelo e do punho, podendo ser proximal, média ou distal, a qual representa o nível mais comum de amputação de membro superior. A desarticulação de punho/ou radiocárpica consiste na retirada total da mão, preservando a integridade distal dos ossos do antebraço. Além desses níveis de amputação de membro superior, as amputações podem ocorrer na região da mão, podendo ser feitas em diferentes níveis nessa região, desde amputações que promovam a desarticulação intercárpica, carpometacarpal, transmetacarpal, amputações metacarpofalangeanas até amputações de interfalangeanas distais ou proximais.
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O tornozelo e o pé apresentam uma organização anatômica complexa, composta por diversos ossos e estruturas que contribuem para sua função de sustentação e mobilidade. Analise as afirmativas a seguir:

I.O tarso é composto por sete ossos, incluindo tálus, calcâneo, navicular, cuboide e três ossos cuneiformes.
II.Os ossos metatarsais são cinco estruturas que se estendem ao longo da região plantar do pé.
III.As falanges totalizam quatorze ossos, sendo duas no hálux e três em cada um dos demais dedos.
IV.O arco longitudinal do pé apresenta maior altura na borda lateral, sendo formado principalmente pelo cuboide e cuneiformes.

É correto o que se afirma em:
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Durante a prescrição de exercícios terapêuticos para reabilitação de membros inferiores, a ativação muscular é um fator importante a ser considerado, especialmente para músculos estabilizadores do quadril. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta:
Os testes ortopédicos são ferramentas fundamentais na avaliação fisioterapêutica, permitindo investigar a integridade funcional de estruturas musculoesqueléticas específicas por meio de manobras clínicas direcionadas. Um dos testes é destinado à avaliação da integridade funcional do músculo infraespinal, um dos principais componentes do manguito rotador e responsável, sobretudo, pela rotação externa do ombro. Considera-se o teste positivo quando o paciente é incapaz de manter o membro superior em rotação externa contra resistência, o que indica provável comprometimento desse músculo. Assinale a alternativa que corresponde ao teste descrito: