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Quando o fisioterapeuta suspeita de lesão das articulações sacroilíacas e sínfise púbica ele pode lançar mão de um teste ortopédico para testar sua hipótese. O nome desse teste é:

Os diagnósticos de lesões no Ligamento Cruzado Anterior (LCA) relacionadas ao esporte podem ser difíceis, e os fisioterapeutas devem considerar muitos fatores ao determinar as melhores opções de tratamento para esses pacientes. A história e o exame físico são essenciais para os diagnósticos precisos dessas lesões. Considerando a avaliação e os sinais clínicos de lesões de LCA, leia atentamente as assertivas abaixo:


I. Os pacientes comumente descrevem a sensação de seu joelho “estalar” ou “afrouxar” quando a tíbia subluxa anteriormente. Outros sinais e sintomas incluem dor, disfunção imediata e instabilidade do joelho envolvido, além de incapacidade de caminhar sem auxílio.


II. Um sinal dessas lesões é a hemartrose aguda (extravasamento de sangue dentro de uma articulação ou cavidade sinovial). Os sinais e sintomas dessa condição (dor, edema e rigidez articular) tornam os exames mais difíceis para os fisioterapeutas.


III. Deve-se lembrar, também, que a dor que o paciente pode estar apresentando, durante o exame pode afetar a precisão dos resultados. Testes manuais comuns para avaliar o LCA incluem, teste de gaveta anterior e o de Lachman.


De acordo com as assertivas acima, sobre as considerações da história, exame físico e os sinais clínicos de lesões de LCA, estão descritos corretamente nas assertivas: 

A avaliação fisioterápica inclui procedimentos específicos que visam a subsidiar a elaboração do diagnóstico fisioterápico e escolha de condutas.
(CIPRIANO, Joseph J. Manual Fotográfico de Testes ortopédicos e Neurológicos. 3ª Ed. Editora Manole. São Paulo. p. 304/336.)
São dados relevantes a serem pesquisados num pós-operatório de Ligamento Cruzado Anterior (LCA) do joelho: 
Analise o que se enuncia: "É a rigidez congênita da articulação interfalangiana proximal de um dedo". Está frequentemente associada com outras anomalias esqueléticas ou da audição".
((HEBERT, Sizínio & XAVIER, Renato. Ortopedia e Traumatologia - princípios e Prática. Editora ARTMERD. Porto Alegre. p.160.)
O texto contém elementos que caracterizam corretamente. 
A articulação coxofemoral é esférica formada pela cabeça do fêmur e pelo acetábulo. A superfície articular da cabeça do fêmur forma cerca de dois terços de uma esfera cheia, enquanto a superfície articular do acetábulo tem a forma de uma ferradura, com área inferior não articular.
Com base no enunciado, marque o elemento que pode ser lesado nas luxações coxofemorais posteriores.