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Uma adolescente de 12 anos, praticante de voleibol, procurou atendimento fisioterapêutico devido a assimetria de ombros, visualizada pela mãe e pela própria adolescente. Para a avaliação fisioterapêutica trouxe um exame de imagem evidenciando, em incidência anteroposterior, uma deformidade angular com convexidade torácica à direita, e convexidade lombar à esquerda. Ângulo de Cobb de 28° e Sinal de Risser 1. O diagnóstico clínico é de Escoliose Idiopática do Adolescente.
Ao exame físico, utilizando o teste de Adam, teste específico de flexão anterior do tronco, observou-se gibosidade torácica direita e gibosidade lombar à esquerda e com o escoliômetro, observou-se a rotação vertebral maior que 7 graus. Com base na descrição da deformidade e considerando os fundamentos sobre escoliose idiopática do adolescente, indique a alternativa correta:
Paciente 47 anos, feminino, relata dor cervical, intensidade 6/10, persistente há 8 meses, associada a tensão na região de trapézio superior e elevador da escápula bilateral, limitação leve de amplitude de movimento para inclinação cervical e rotação a direita e relata dificuldade para dormir. Durante a anamnese, observa-se que a paciente acredita que “a coluna tem alguma lesão”, evita movimentos por medo de piorar a dor e apresenta altos níveis de ansiedade em relação ao prognóstico. O exame físico apresenta força muscular preservada e testes específicos para coluna cervical negativos. Não há registro de parestesia para membros superiores. Segundo as evidências de diretrizes clínicas de alta qualidade para dor musculoesquelética, qual aspecto da avaliação deve ser priorizado?
Paciente, masculino, 38 anos, analista de TI, com dor lombar súbita há 10 dias após levantar uma caixa relatando intensidade de dor (EVA) 7/10. Não há relato de trauma de alta energia, não apresentou febre, perda de peso, incontinência ou déficits neurológicos. Durante avaliação apresenta-se apreensivo e teme “piorar a dor.” Nestas condições, pergunta-se qual orientação você dará para o manejo do quadro álgico nas próximas 1–2 semanas, considerando as melhores diretrizes para dor lombar aguda inespecífica sem sinais de red flags?
Paciente, 42 anos, agente comunitária, com dor cervical mecânica, de início insidioso há 6 meses, sem história pregressa de trauma. Ao exame físico apresenta EVA 5; moderada restrição de movimento para extensão e rotação à D e à E, porém para este lado relata um pouco mais de dor. Apresenta força muscular preservada de MMSS e MMII. Teste de Spurling negativo e escore de 20% para o Neck Disability Index (NDI). Registra dificuldade para longas caminhadas durante a função laboral e dificuldade para ajustar o pescoço para dormir. De acordo com o Guia de Boas Práticas: Neck Pain Guideline Revision 2017, qual das condutas apresentadas é recomendada para esta condição?
Homem, 32 anos, praticante recreativo de futebol, encontra-se com 12 semanas de reconstrução do LCA com enxerto de tendão flexor. Está motivado para iniciar corrida e retornar futuramente ao futebol recreativo.
Avaliação fisioterapêutica:

• ADM completa, sem dor ou derrame articular;
• Déficit de 25% de torque dos extensores em relação ao lado contralateral (dinamometria isométrica portátil);
• KOOS: Dor = 90/100; Função em AVD = 82/100; Esporte/Rec. = 45/100; Qualidade de vida = 50/100;
• Valgo dinâmico do joelho operado durante o agachamento unipodal;

De acordo com os princípios da fase intermediária de reabilitação após LCA, qual a conduta mais adequada?