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Um homem de 64 anos apresenta massa expansiva do forame
jugular direito.
Ao longo de dois anos evolui progressivamente com:
- zumbido pulsátil e hipoacusia mista;
- massa retrotimpânica à otoscopia;
- disfonia e disfagia;
- diminuição do reflexo nauseoso;
- hipotrofia do músculo trapézio e dificuldade para elevar o ombro direito;
- desvio da língua para a direita durante a protrusão; e
- miose, ptose discreta e anidrose ipsilaterais.
Apesar da progressão tumoral, o nervo craniano que permaneceu funcional durante toda a evolução descrita foi o nervo
Ao longo de dois anos evolui progressivamente com:
- zumbido pulsátil e hipoacusia mista;
- massa retrotimpânica à otoscopia;
- disfonia e disfagia;
- diminuição do reflexo nauseoso;
- hipotrofia do músculo trapézio e dificuldade para elevar o ombro direito;
- desvio da língua para a direita durante a protrusão; e
- miose, ptose discreta e anidrose ipsilaterais.
Apesar da progressão tumoral, o nervo craniano que permaneceu funcional durante toda a evolução descrita foi o nervo
Um homem de 44 anos apresenta hipoacusia neurossensorial
unilateral lentamente progressiva, zumbido e discreta
instabilidade postural.
A ressonância magnética evidencia lesão extra-axial no ângulo ponto-cerebelar, que apresenta:
- intensidade semelhante ao líquor nas sequências ponderadas em T1 e T2;
- ausência de realce após administração de gadolínio; e
- restrição marcada nas sequências de difusão (DWI).
No caso descrito, o diagnóstico mais provável é o
A ressonância magnética evidencia lesão extra-axial no ângulo ponto-cerebelar, que apresenta:
- intensidade semelhante ao líquor nas sequências ponderadas em T1 e T2;
- ausência de realce após administração de gadolínio; e
- restrição marcada nas sequências de difusão (DWI).
No caso descrito, o diagnóstico mais provável é o
Um candidato ao implante coclear apresenta os seguintes
achados na avaliação pré-operatória:
- perda auditiva neurossensorial profunda bilateral;
- índice percentual de reconhecimento de fala inferior a 5%, mesmo com uso adequado de AASI;
- tomografia computadorizada dos ossos temporais sem alterações significativas; e
- ressonância magnética demonstrando hipossinal coclear compatível com ossificação inicial pós-meningite.
Considerando esses achados, a principal implicação clínica desse exame de imagem é que ele
- perda auditiva neurossensorial profunda bilateral;
- índice percentual de reconhecimento de fala inferior a 5%, mesmo com uso adequado de AASI;
- tomografia computadorizada dos ossos temporais sem alterações significativas; e
- ressonância magnética demonstrando hipossinal coclear compatível com ossificação inicial pós-meningite.
Considerando esses achados, a principal implicação clínica desse exame de imagem é que ele
Paciente de 40 anos com diagnóstico de SAOS, com índice de
apneia-hipopneia de 20 eventos por hora. Apresenta IMC
adequado, nega medicação regular ou comorbidades.
Nasofibrolaringoscopia sem sítios de obstrução. Refere não ter se
adaptado ao CPAP indicado previamente. DISE evidencia
obstrução parcial concêntria em nível de palato.
No caso exposto, a melhor conduta diante do quadro é
No caso exposto, a melhor conduta diante do quadro é
Uma mulher de 61 anos apresenta dor facial intensa unilateral há
seis meses. Nega obstrução nasal, rinorreia, hiposmia ou
secreção nasal. A tomografia dos seios paranasais demonstra
apenas discreto espessamento mucoso maxilar sem obstrução do
complexo óstio-meatal. A nasofibroscopia é normal.
Segundo o EPOS 2020, a conduta mais adequada é
Segundo o EPOS 2020, a conduta mais adequada é