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Uma mulher com quarenta e cinco anos de idade apresenta quadro de vertigem aguda intensa iniciada ao acordar, associada a náuseas e vômitos. Ela nega sintomas auditivos como zumbido ou hipoacusia, bem como nega episódios semelhantes prévios.

Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos a ele pertinentes, julgue o item que se segue. 

Head impulse teste normal, nistagmo vertical ou horizontal que não respeita a lei de Alexander e teste do skew deviation positivo são indicativos de doença de origem central.
Uma mulher com quarenta e cinco anos de idade apresenta quadro de vertigem aguda intensa iniciada ao acordar, associada a náuseas e vômitos. Ela nega sintomas auditivos como zumbido ou hipoacusia, bem como nega episódios semelhantes prévios.

Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos a ele pertinentes, julgue o item que se segue. 

Normalmente, nos casos de neurite vestibular aguda, há predileção de acometimento da porção inferior do nervo vestibular. 
Uma mulher com quarenta e cinco anos de idade apresenta quadro de vertigem aguda intensa iniciada ao acordar, associada a náuseas e vômitos. Ela nega sintomas auditivos como zumbido ou hipoacusia, bem como nega episódios semelhantes prévios.

Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos a ele pertinentes, julgue o item que se segue. 

Diante de um quadro agudo de vertigem isolada, deve ser feita a diferenciação entre doença de causa central e de causa periférica. Nas primeiras 24 horas, a maneira mais sensível de se fazer essa diferenciação é por meio de três manobras de exame físico: teste do impulso cefálico, avaliação do nistagmo e teste do skew deviation.
Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda, perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica. O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.

Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.

No caso clínico em questão, devido ao fato de a paralisia facial periférica do paciente ter ocorrido tardiamente ao trauma, é correto supor que não houve secção do nervo e que, portanto, a paralisia é consequência de edema por concussão.

Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda, perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica. O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.

Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.

Se o paciente em apreço evoluir com paralisia facial periférica completa, haverá indicação de realização de eletroneurografia. Se esse exame mostrar mais de 90% de degeneração em relação ao lado normal, isso será sugestivo de mau prognóstico, estando indicada a abordagem cirúrgica do nervo facial.