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Uma criança do sexo feminino, com seis meses de vida, apresentando tumefação cervical indolor de consistência amolecida, crescimento lento, presente desde o nascimento, foi levada para avaliação otorrinolaringológica.

Tendo esse caso clínico como referência inicial, julgue o item a seguir, relativos às afecções cervicais benignas.

Hemangiomas são malformações vasculares que possuem um crescimento rápido no primeiro ano de vida e, após, tendem a involuir. A maioria dos casos regride sem a necessidade de algum tipo de tratamento. 

      Um homem de 45 anos de idade, compareceu ao atendimento médico queixando-se de tontura rotatória ao acordar, de início súbito, havia 4 dias, com duração de cerca de poucos segundos, com melhora completa espontânea depois desse curto período. No dia do atendimento, as crises agravaram-se, tornando-se mais intensas e frequentes desde a hora em que acordara. Ele informou que o episódio se repetira ao pegar uma roupa na prateleira de cima do armário. Pela indisposição, voltara a deitar-se, e a tontura voltara a acontecer algumas vezes, sempre desencadeada pelo movimento, com remissão após alguns segundos. Permanecera com sensação de “cabeça oca e flutuando” e náuseas, quando então procurara o atendimento especializado. O paciente negou plenitude aural, perda auditiva ou zumbido.

    Havia cerca de 6 meses, vinha apresentando episódios frequentes e fugazes de desequilíbrio, com frequência semanal, aparentemente sem fatores desencadeantes. Eventualmente, tinha crises de cefaleia, mas que não o incomodavam. Relatou lembrar-se de que a mãe se queixava muito de dor de cabeça. Relatou, ainda, desconhecer comorbidades ou alergias e negou uso de medicamentos. Tinha sobrepeso e informou ser tabagista (20 maços-ano) até 10 meses antes do atendimento.

Considerando o quadro clínico descrito e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item seguinte.  

Os episódios de tontura que vinham ocorrendo nos últimos 6 meses podem estar ligados a alterações metabólicas, como distúrbios do metabolismo dos carboidratos e hormonais. 
      Um homem de 45 anos de idade, compareceu ao atendimento médico queixando-se de tontura rotatória ao acordar, de início súbito, havia 4 dias, com duração de cerca de poucos segundos, com melhora completa espontânea depois desse curto período. No dia do atendimento, as crises agravaram-se, tornando-se mais intensas e frequentes desde a hora em que acordara. Ele informou que o episódio se repetira ao pegar uma roupa na prateleira de cima do armário. Pela indisposição, voltara a deitar-se, e a tontura voltara a acontecer algumas vezes, sempre desencadeada pelo movimento, com remissão após alguns segundos. Permanecera com sensação de “cabeça oca e flutuando” e náuseas, quando então procurara o atendimento especializado. O paciente negou plenitude aural, perda auditiva ou zumbido.

    Havia cerca de 6 meses, vinha apresentando episódios frequentes e fugazes de desequilíbrio, com frequência semanal, aparentemente sem fatores desencadeantes. Eventualmente, tinha crises de cefaleia, mas que não o incomodavam. Relatou lembrar-se de que a mãe se queixava muito de dor de cabeça. Relatou, ainda, desconhecer comorbidades ou alergias e negou uso de medicamentos. Tinha sobrepeso e informou ser tabagista (20 maços-ano) até 10 meses antes do atendimento.

Considerando o quadro clínico descrito e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item seguinte.  

A migrânea vestibular é uma hipótese diagnóstica para o quadro e pode estar associada a quadros de vertigem paroxística postural benigna (VPPB). 

      Um homem de 45 anos de idade, compareceu ao atendimento médico queixando-se de tontura rotatória ao acordar, de início súbito, havia 4 dias, com duração de cerca de poucos segundos, com melhora completa espontânea depois desse curto período. No dia do atendimento, as crises agravaram-se, tornando-se mais intensas e frequentes desde a hora em que acordara. Ele informou que o episódio se repetira ao pegar uma roupa na prateleira de cima do armário. Pela indisposição, voltara a deitar-se, e a tontura voltara a acontecer algumas vezes, sempre desencadeada pelo movimento, com remissão após alguns segundos. Permanecera com sensação de “cabeça oca e flutuando” e náuseas, quando então procurara o atendimento especializado. O paciente negou plenitude aural, perda auditiva ou zumbido.

    Havia cerca de 6 meses, vinha apresentando episódios frequentes e fugazes de desequilíbrio, com frequência semanal, aparentemente sem fatores desencadeantes. Eventualmente, tinha crises de cefaleia, mas que não o incomodavam. Relatou lembrar-se de que a mãe se queixava muito de dor de cabeça. Relatou, ainda, desconhecer comorbidades ou alergias e negou uso de medicamentos. Tinha sobrepeso e informou ser tabagista (20 maços-ano) até 10 meses antes do atendimento.

Considerando o quadro clínico descrito e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item seguinte.  

Apesar de não estarem entre as principais hipóteses diagnósticas para o caso descrito anteriormente, algumas vestibulopatias centrais podem acontecer de forma concomitante, de modo que se devem investigar as causas centrais nos casos refratários à terapia e na presença de nistagmo atípico.
      Um homem de 45 anos de idade, compareceu ao atendimento médico queixando-se de tontura rotatória ao acordar, de início súbito, havia 4 dias, com duração de cerca de poucos segundos, com melhora completa espontânea depois desse curto período. No dia do atendimento, as crises agravaram-se, tornando-se mais intensas e frequentes desde a hora em que acordara. Ele informou que o episódio se repetira ao pegar uma roupa na prateleira de cima do armário. Pela indisposição, voltara a deitar-se, e a tontura voltara a acontecer algumas vezes, sempre desencadeada pelo movimento, com remissão após alguns segundos. Permanecera com sensação de “cabeça oca e flutuando” e náuseas, quando então procurara o atendimento especializado. O paciente negou plenitude aural, perda auditiva ou zumbido.

    Havia cerca de 6 meses, vinha apresentando episódios frequentes e fugazes de desequilíbrio, com frequência semanal, aparentemente sem fatores desencadeantes. Eventualmente, tinha crises de cefaleia, mas que não o incomodavam. Relatou lembrar-se de que a mãe se queixava muito de dor de cabeça. Relatou, ainda, desconhecer comorbidades ou alergias e negou uso de medicamentos. Tinha sobrepeso e informou ser tabagista (20 maços-ano) até 10 meses antes do atendimento.

Considerando o quadro clínico descrito e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item seguinte.  

A vertigem paroxística postural benigna (VPPB) é uma das hipóteses diagnósticas para o quadro relatado anteriormente — a forma mais comum entre as VPPBs é a canalitíase do canal semicircular posterior.