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A veia hepática direita NÃO drena o segmento hepático
Um paciente de 65 anos, com quadro de roncos e apneia noturna presenciada, hipertenso e portador de doença pulmonar obstrutiva crônica, leva para a consulta uma polissonografia com IAH de 40.
Ao exame, o paciente é identificado com IMC de 40, circunferência cervical de 47, fossas nasais permeáveis e amígdala grau 1.
Nesse caso, o tratamento preconizado é: 
Uma criança de 6 anos comparece à consulta com um otorrinolaringologista apresentando história de roncos noturnos altos, sono agitado, apneia noturna presenciada pelos pais e hiperatividade durante o dia.
Ao exame, são constatados IMC 20, fácies alongada, palato ogival e amígdala grau IV. Uma endoscopia nasal evidencia hipertrofia de tonsila faríngea ocupando 90% da luz do cavum.
Nesse cenário clínico, o tratamento indicado para essa criança deve ser:
Um paciente de 35 anos comparece à consulta com um otorrinolaringologista com queixa de obstrução nasal à esquerda e roncos noturnos que incomodam a esposa. Nega sonolência excessiva diurna ou apneia presenciada. Traz polissonografia tipo I com IAH de 3.
O exame otorrinolaringológico evidencia desvio septal à esquerda, hipertrofia de cornetos, amígdala grau 4 e palato normal. A escala de Mallampati modificada aponta grau I, e o IMC é de 23.
A conduta mais adequada para esse paciente é:
Um paciente de 50 anos, com IMC 37 e história de roncos noturnos altos e sonolência excessiva diurna, leva para consulta um exame de polissonografia tipo I, com IAH de 54.
O resultado da polissonografia indica que esse paciente apresenta: