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Uma criança de 4 anos chega ao consultório de otorrinolaringologia com quadro de rinorreia amarelada e odor fétido em fossa nasal direita há 4 semanas. A mãe relata que a criança fez uso de amoxicilina com ácido clavulânico por 10 dias, porém mantém o quadro de rinorreia à direta.
Com base nessa história clínica, a principal hipótese diagnóstica é:
Considere um recém-nascido a termo de 39 semanas, apgar 9 e 10, sem indicadores de risco para deficiência auditiva.
O exame a ser solicitado nesse caso para teste de triagem auditiva neonatal deve ser:
Um paciente de 25 anos relata prurido auricular intenso à direita. Surfista profissional, não utiliza protetores auriculares na prática do surfe. Uma otoscopia constata a presença de hiperemia e secreção em meato acústico externo à direita com área de aspecto algodonoso e área de pontos escurecidos.
Diante do exposto, a principal hipótese diagnóstica é: 
Um paciente de 80 anos, diabético tipo I, comparece à consulta com queixa de otalgia intensa à esquerda há 3 semanas, refratária ao uso de dipirona. Apresenta, também, queixa de otorreia amarelada há 3 semanas, que permanece mesmo após o uso de gotas otológicas. Uma otoscopia revela a presença de secreção amarelada e de tecido de granulação em meato acústico externo.
Considerando o quadro do paciente, a conduta mais adequada é:
Uma mãe relata que sua filha de 6 anos, nascida a termo e com teste de triagem auditiva neonatal normal ao nascimento, há 6 meses vem apresentando hipoacusia bilateral, obstrução nasal, roncos e respiração oral de suplência. Uma otoscopia revela membranas timpânicas opacas e com presença de nível líquido bilateralmente.
Foi solicitado exame de audiometria e impedanciometria para essa criança. O resultado esperado é: