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Em 2004, foi registrado nos Estados Unidos o primeiro relato de tratamento de raiva humana em paciente que não recebeu vacina ou soro antirrábico e evoluiu para cura. A descrição detalhada da terapêutica realizada nessa paciente foi publicada no Protocolo de Milwaukee. No Brasil, em 2008, foi confirmada raiva em um paciente do estado de Pernambuco.
A investigação demonstrou que o caso se vinculava à mordida de morcego hematófago. Após confirmação diagnóstica laboratorial, foi iniciado o protocolo de tratamento de Milwaukee adaptado à realidade brasileira, denominado Protocolo de Recife, Protocolo de Tratamento da Raiva Humana no Brasil (Brasil, 2011), resultando no primeiro registro de cura de raiva humana no País. Em 2017, ocorreu o segundo caso de cura com sequelas neurológicas: um adolescente com histórico de espoliação de morcego hematófago, morador de área ribeirinha, no estado do Amazonas, com diagnóstico laboratorial para raiva (Brasil, 2011). Esse Protocolo pode ser aplicado frente a casos confirmados da doença e sob orientação da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS).
O diagnóstico da raiva pode ser feito de diversas maneiras, entretanto, a técnica do RT?hN-PCR (Reverse Transcription hemiNested PCR, ou em português: transcrição reversa seguida de PCR hemi-aninhada) foi aplicada em alguns estudos de diagnóstico ante?mortem da raiva humana, aumentando em respectivamente 98% e 100% a sensibilidade e especificidade no diagnóstico.
A técnica funciona da seguinte maneira: primeiro, extrai-se RNA viral da amostra, e utiliza-se a enzima transcriptase reversa para convertê-lo em DNA complementar (cDNA) por RT-PCR. Este cDNA é amplificado com um par de primers externos por PCR. A seguir, o produto da primeira PCR é submetido a uma segunda rodada de PCR usando um par de primers, dos quais um é interno (aninhado) em relação aos originais (Hemi?nested PCR), isso aumenta significativamente a especificidade e a sensibilidade da detecção. Esse protocolo?– exatamente esse tipo de combinação – pode ser usado para detectar o vírus rábico, empregando RT?PCR com primers voltados ao gene da glicoproteína (G) e RT?PCR seguido de hemi?nested PCR (hnRT?PCR) com primers para o gene da nucleoproteína (N) do vírus da raiva
Nesse caso, o seguinte material biológico deve ser preferencialmente coletado e encaminhado ao laboratório:
A investigação demonstrou que o caso se vinculava à mordida de morcego hematófago. Após confirmação diagnóstica laboratorial, foi iniciado o protocolo de tratamento de Milwaukee adaptado à realidade brasileira, denominado Protocolo de Recife, Protocolo de Tratamento da Raiva Humana no Brasil (Brasil, 2011), resultando no primeiro registro de cura de raiva humana no País. Em 2017, ocorreu o segundo caso de cura com sequelas neurológicas: um adolescente com histórico de espoliação de morcego hematófago, morador de área ribeirinha, no estado do Amazonas, com diagnóstico laboratorial para raiva (Brasil, 2011). Esse Protocolo pode ser aplicado frente a casos confirmados da doença e sob orientação da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS).
O diagnóstico da raiva pode ser feito de diversas maneiras, entretanto, a técnica do RT?hN-PCR (Reverse Transcription hemiNested PCR, ou em português: transcrição reversa seguida de PCR hemi-aninhada) foi aplicada em alguns estudos de diagnóstico ante?mortem da raiva humana, aumentando em respectivamente 98% e 100% a sensibilidade e especificidade no diagnóstico.
A técnica funciona da seguinte maneira: primeiro, extrai-se RNA viral da amostra, e utiliza-se a enzima transcriptase reversa para convertê-lo em DNA complementar (cDNA) por RT-PCR. Este cDNA é amplificado com um par de primers externos por PCR. A seguir, o produto da primeira PCR é submetido a uma segunda rodada de PCR usando um par de primers, dos quais um é interno (aninhado) em relação aos originais (Hemi?nested PCR), isso aumenta significativamente a especificidade e a sensibilidade da detecção. Esse protocolo?– exatamente esse tipo de combinação – pode ser usado para detectar o vírus rábico, empregando RT?PCR com primers voltados ao gene da glicoproteína (G) e RT?PCR seguido de hemi?nested PCR (hnRT?PCR) com primers para o gene da nucleoproteína (N) do vírus da raiva
Nesse caso, o seguinte material biológico deve ser preferencialmente coletado e encaminhado ao laboratório:
A análise do líquor encefalorraquidiano permite incrementar o
raciocínio clinico para definição da hipótese acerca do agente
etiológico das meningites.
Dessa forma, a análise laboratorial do líquor de um paciente com doença do sistema nervoso central que mostrou contagem de polimorfonucleares acima de 10.000 células/mm3 , glicose 30 mg/dL, proteínas 140 mg/dL e pressão liquórica elevada é mais compatível com
Dessa forma, a análise laboratorial do líquor de um paciente com doença do sistema nervoso central que mostrou contagem de polimorfonucleares acima de 10.000 células/mm3 , glicose 30 mg/dL, proteínas 140 mg/dL e pressão liquórica elevada é mais compatível com
Analise o fragmento a seguir.
Intuitivamente, a amostra biológica que melhor deverá se relacionar com um determinado processo infeccioso será aquela obtida diretamente do local predominantemente acometido, ou produzida a partir dele. Isso porque, é esperado que o material biológico proveniente do foco primário contenha o agente infectante em maior número, tornando mais fácil demonstrar sua presença. Contudo, ainda que correta para a maioria das situações, a correlação nem sempre se aplica. Na _____ causada por _____, por exemplo, o diagnóstico é mais facilmente confirmado por meio da detecção de _____.
Assinale a opção que preenche adequadamente as lacunas do fragmento acima.
Intuitivamente, a amostra biológica que melhor deverá se relacionar com um determinado processo infeccioso será aquela obtida diretamente do local predominantemente acometido, ou produzida a partir dele. Isso porque, é esperado que o material biológico proveniente do foco primário contenha o agente infectante em maior número, tornando mais fácil demonstrar sua presença. Contudo, ainda que correta para a maioria das situações, a correlação nem sempre se aplica. Na _____ causada por _____, por exemplo, o diagnóstico é mais facilmente confirmado por meio da detecção de _____.
Assinale a opção que preenche adequadamente as lacunas do fragmento acima.
Assinale a opção que aponta o melhor método para detecção do
Strongyloides stercoralis nas fezes.
Paciente de 34 anos, sexo masculino, espeleólogo, retorna de
expedição a Paraíba, onde visitou múltiplas cavernas e
desenvolve, duas semanas após o retorno, quadro de febre alta
diária com calafrios, mialgia generalizada, tosse seca e fadiga, que
motiva a procura de assistência médica no quinto dia após início
dos sintomas.
Informa que foi muito rigoroso em assegurar a ingestão de água potável e de alimentos adequadamente higienizados, e que durante as atividades em campo usou roupa impermeável, botas, repelente a base de icaridina nas áreas cutâneas não cobertas e dormiu com mosquiteiro impregnado com permetrina.
No intuito de confirmar a etiologia mais provável do quadro acima descrito é importante solicitar
Informa que foi muito rigoroso em assegurar a ingestão de água potável e de alimentos adequadamente higienizados, e que durante as atividades em campo usou roupa impermeável, botas, repelente a base de icaridina nas áreas cutâneas não cobertas e dormiu com mosquiteiro impregnado com permetrina.
No intuito de confirmar a etiologia mais provável do quadro acima descrito é importante solicitar