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A violência física na infância (também chamada de maus-tratos) pode ser definida como lesões não acidentais por agressão ou omissão de seus responsáveis. O radiologista muitas vezes é o primeiro profissional a suspeitar desse tipo de situação, o que ocorre quando ele é confrontado com determinados padrões de lesões. Um dos tipos de abuso físico está relacionado ao balanço de bebês e crianças pelas extremidades. 


Considerando esse mecanismo de abuso, o mais provável achado de imagem será:

Uma criança de 3 anos, do sexo masculino, apresenta distensão abdominal e anorexia. Ao exame físico, foi observada uma volumosa formação expansiva palpável e indolor. Alfafetoproteína mostrou-se ser o único exame laboratorial alterado. Uma tomografia computadorizada de abdômen sem contraste revelou massa hipodensa, heterogênea, bem definida, associada a calcificações. 


Com base nos dados do caso clínico, é provável que essa massa seja um: 

Em relação aos achados ultrassonográficos das lesões hepáticas, é correto afirmar que: 

Um paciente de 41 anos, após trauma de bicicleta, notou aumento do tamanho no testículo direito. O urologista solicitou ultrassonografia de bolsa escrotal com Doppler, cujo laudo foi: “formação nodular intratesticular, hipoecoica, homogênea, de contornos bem definidos, sem evidência de calcificações, hidrocele ou hematocele, associada a fluxo vascular intralesional ao Doppler”. 


Segundo a descrição da lesão, pode-se sugerir que se trata de um: 

Um paciente de 63 anos, tabagista, procurou um médico generalista porque sentiu “inchaço” na região da lateral da face à direita. Ao exame físico, nota-se volumoso nódulo indolor na parótida direita. O paciente nega perda ponderal. Foi solicitada ultrassonografia de glândulas salivares com Doppler, cujo laudo foi: "imagem ovoide, de margens bem definidas, conteúdo heterogêneo predominantemente cístico, associado a fluxo vascular ao Doppler em seus componentes sólidos, sem evidenciar reforço acústico posterior ou calcificações, localizado na topografia da parótida direita, de distribuição predominantemente caudal, medindo cerca de 4 cm em seu maior eixo”.


De acordo com os dados clínicos e achados ultrassonográficos, sugere-se o diagnóstico de: