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Mulher de 35 anos, previamente hígida, apresenta cefaleia e ataxia progressivas. A ressonância magnética do encéfalo demonstra lesão expansiva relativamente bem delimitada no hemisfério cerebelar direito, com extensão ao vérmis, caracterizada por espessamento dos folíolos cerebelares, preservação de sua arquitetura e bandas alternadas de sinal, conferindo aspecto tigroide. A lesão apresenta hipossinal em T1 e hipersinal em T2/FLAIR, sem restrição à difusão e com discreto realce após a administração do meio de contraste.
Com base nos achados descritos, assinale o diagnóstico mais provável.
Mulher de 39 anos apresenta primeira crise convulsiva focal. A ressonância magnética do encéfalo demonstra lesão expansiva intra-axial no lobo frontal, homogeneamente hiperintensa em T2, com supressão quase completa do sinal no FLAIR e preservação de fina borda periférica hiperintensa, configurando o mismatch T2–FLAIR. Não há restrição à difusão, necrose ou realce significativo após a administração do meio de contraste.
Considerando a associação mais característica desse biomarcador nos gliomas difusos do adulto, o diagnóstico mais provável é
Mulher de 68 anos em investigação por cefaleia, hipoacusia progressiva à esquerda e episódios recorrentes de neuralgia do trigêmeo realiza RM do encéfalo, cujo laudo descreve: “lesão extra-axial lobulada no ângulo pontocerebelar esquerdo, com sinal semelhante ao líquor em T1/T2, mas supressão incompleta no FLAIR, insinuando-se entre nervos cranianos e vasos adjacentes; hipersinal acentuado na difusão, com ADC reduzido em relação ao líquor, sem realce após contraste.”
Assinale o diagnóstico que melhor se aplica aos achados descritos. 
A doença relacionada à imunoglobulina G4 (IgG4) é uma condição fibroinflamatória sistêmica capaz de produzir lesões pseudotumorais em diferentes órgãos.
Em relação ao acometimento do sistema nervoso central, especialmente à paquimeningite hipertrófica relacionada à IgG4, assinale a afirmativa correta.
Paciente de 28 anos realiza tomografia computadorizada sem contraste do crânio após queda de bicicleta. O exame não demonstra hemorragia aguda ou fraturas, mas identifica estrutura tubular na substância branca. Diante desse achado, o radiologista solicita complementação do estudo com contraste, que evidencia múltiplas pequenas veias dispostas radialmente e convergindo para uma única veia coletora, sem componente arterial ou sinais de alto fluxo associados, configurando o sinal da “cabeça de Medusa”.
O diagnóstico mais provável é de