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Paciente de 45 anos apresenta massa palpável indolor na região cervical lateral direita, de crescimento lento ao longo do último ano. Foi realizada angiotomografia do pescoço, que evidenciou formação expansiva bem delimitada na bifurcação carotídea, com intenso realce após a administração do meio de contraste e rechaçamento das artérias carótidas interna e externa.

A investigação foi complementada com ressonância magnética, que demonstrou hipossinal em T1, hipersinal em T2 e múltiplos focos de ausência de sinal relacionados ao alto fluxo vascular, conferindo à lesão o clássico aspecto de “sal e pimenta”.

O diagnóstico mais provável é 
Homem de 59 anos procura o pronto-socorro com dor e distensão abdominal e episódios de vômitos há 24 horas. A ultrassonografia inicial não demonstra alterações relevantes. O cirurgião plantonista solicita, então, tomografia computadorizada do abdome com contraste, cujo laudo descreve “alças de intestino delgado distendidas, herniadas para o interior da bolsa omental (saco menor), acompanhadas por vasos mesentéricos que cruzam o omento menor, situando-se posteriormente ao pedículo hepático e anteriormente à veia cava inferior. As alças herniadas apresentam afilamento abrupto direcionado ao hilo hepático. Observa-se, também, posição anômala do ceco, herniado para o interior da bolsa omental, deslocado para o quadrante superior direito do abdome.”.

Frente aos achados clínicos e tomográficos, a principal hipótese diagnóstica é a hérnia
Mulher de 26 anos realiza ressonância magnética de pelve para investigação de anomalia mülleriana. Como achado incidental, observa-se lesão cística de paredes finas, conteúdo homogêneo e sinal hiperintenso em T2, localizada na linha média, imediatamente anterior à uretra distal, em íntima relação com o meato uretral externo, sem plano de clivagem identificável entre a lesão e a parede uretral.

Considerando a localização anatômica, esse achado corresponde a cisto de
Jovem apresenta dor súbita no braço após trauma de baixa energia. A radiografia do úmero revela lesão osteolítica central na metáfise proximal, bem delimitada, com adelgaçamento cortical e fratura patológica. Nota-se um pequeno fragmento ósseo destacado da parede da lesão, depositado na porção mais dependente da cavidade.

Considerando esses achados, assinale o diagnóstico mais provável.
Adolescente é submetido à radiografia do fêmur, que demonstra inúmeros focos osteolíticos puntiformes, mal delimitados, distribuídos difusamente pela metáfise distal e permeando o osso medular e a cortical.

Com base na classificação de Lodwick, a lesão é classificada como