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Pré-escolar feminina de 4 anos, eutrófica, previamente hígida e com cartão vacinal em dia (de acordo com o Programa Nacional de Imunização - PNI), está internada por febre há 10 dias associada à tosse e cansaço. Encontra-se em leito de enfermaria pediátrica e em uso de esquema com dois antibióticos. Tomografia de tórax com contraste foi solicitada (imagem abaixo)

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Sobre esta condição clínica, analise as assertivas abaixo:
I. Um dos principais agentes envolvidos nessa doença é o pneumococo, em especial os sorotipos 7,15 e 23, não contemplados na vacina conjugada fornecida pelo PNI.
II. Pneumolisina e neuraminidases são importantes fatores de virulência de Staphylococcus aureus as quais podem fazer com que a febre persista por semanas em situações clínicas como a desta paciente.
III. Caso esta paciente persista com febre além de 21 dias, não há indicação de associar macrolídeos, pois Mycoplasma pneumoniae não é um agente envolvido na doença acima.
IV. Erros inatos da imunidade podem estar presentes na condição clínica como a descrita acima e, portanto, devem ser prioritárias dosagens de linfócitos T CD4, bem como de elementos do complemento (C5 e C9) em detrimento da avaliação da imunodeficiência por falhas na imunidade adaptativa por linfócitos B (dosagem de IMUNOGLOBULINAS)
V. A atual vacina contra o vírus sincicial respiratório na faixa etária pediátrica não trará impacto na situação acima, pois ela só está indicada pela ANVISA para lactentes.
Em relação às assertivas abaixo, podemos afirmar que
RN nascido a termo, parto vaginal, com idade gestacional de 39 semanas e 4 dias, APGAR 08/09, em aleitamento materno exclusivo, apresentou icterícia no segundo dia de vida, sendo instalada fototerapia. Mãe e RN com classificação sanguínea A positivo. Exame físico totalmente normal, exceto pela icterícia que aparentava chegar em membros superiores e inferiores. Solicitados exames: Bilirrubina Total (BT) = 15 mg/dL, Bilirrubina Indireta (BI)= 14.4 mg/dL e Reticulócitos 1.9%. Após dois dias de fototerapia contínua, a BT baixou para 13.5 mg/dL, fazendo com que o pediatra a suspendesse. No entanto, no dia seguinte, RN aparentava-se mais ictérico. Novos exames foram colhidos: BT = 16.9, BI = 16.3 e Reticulócitos = 1.8%. RN está há vários dias internado, intercalando poucos momentos sem fototerapia, no entanto com a maioria dos dias dependente deste tratamento. Segue abaixo o fluxograma dos exames colhidos:
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RN no 17º dia de via ainda se mantém em fototerapia. Sabendo que em todos os momentos a irradiância do aparelho de fototerapia estava acima de 30 µW/cm²/nm, e que a família seguia à risca todas as orientações em manter o maior tempo possível o RN no aparelho de fototerapia, qual das hipóteses abaixo é a mais provável nesse momento?
RN nasceu de parto vaginal, com APGAR 5 e 6, apresentando desconforto respiratório de imediato, caracterizado por gemência, tiragem subcostal e taquipneia. A idade gestacional pela DUM foi de 31 semanas. RN foi levado à UTI neonatal, com piora importante do desconforto respiratório, necessitando de intubação orotraqueal. Neonatologista solicitou RX de tórax (imagem abaixo). Genitora relatou perda de líquido vaginal um dia antes do parto, porém, como foi em pequena quantidade e não teve contrações, decidiu ficar em casa. Somente foi à maternidade,20 horas após a ruptura das membranas, em função da intensidade forte e frequente das contrações. RN nasceu cerca de duas horas após admissão da gestante na maternidade. Dados pré-natais: Gesta IV/ Aborto II. O cartão da gestante mostrou apenas quatro consultas, com exames realizados somente no primeiro trimestre (todos normais).
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Sobre este paciente, analise as assertivas abaixo:
I. Uma das hipóteses diagnósticas para esse RN é de pneumonia pelo Streptococcus do grupo B, sendo indicada antibioticoterapia com penicilina cristalina e gentamicina.
II. A prematuridade e o padrão radiológico tornam a Síndrome do Desconforto Respiratório um dos principais diagnósticos desse paciente.
III. O RN deverá receber uma dose de surfactante exógeno o mais rapidamente possível; estudos recentes mostram a ineficácia de doses subsequentes de surfactante, além do elevado risco de pneumotórax.
IV. A hipóxia perinatal, prematuridade e ausência de corticoide pré-natal são fatores de risco para uma produção insuficiente de surfactante pelos pneumócitos tipo I ainda na vida intrauterina.
Podemos afirmar que
Estudos mostram que até 12% das crianças brasileiras apresentam suspeita de atraso no desenvolvimento. Sobre esse tema, assinale a alternativa INCORRETA.
A Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil publicou artigo em 2025, Recomendações e Orientações para o Diagnóstico, Investigação e Abordagem Terapêutica do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Sobre esse tema, assinale a alternativa CORRETA.