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Servidora de 55 anos, professora universitária, requer aposentadoria por invalidez alegando fibromialgia e transtorno depressivo grave. Na avaliação pericial, a junta médica constata: (1) critérios diagnósticos preenchidos para transtorno depressivo maior moderado e fibromialgia; (2) a servidora realizou apenas dois meses de tratamento com fluoxetina 20 mg/dia, dose subterapêutica, com múltiplas faltas às consultas de acompanhamento; (3) não aderiu a tratamento fisioterápico ou multidisciplinar para fibromialgia; (4) exame psíquico pericial: humor deprimido, mas sem lentificação, mantém funções cognitivas preservadas, autocuidado adequado, relatou ter ido ao shopping no dia anterior. Considerando os princípios da avaliação pericial e a Lei 8.112/1990, a conduta MAIS adequada é:
Servidor público federal, analista judiciário de 47 anos, encontra-se em licença médica há 240 dias por transtorno depressivo recorrente, episódio atual grave. É encaminhado para junta médica oficial, para avaliação de aposentadoria por invalidez. Na perícia, apresenta humor deprimido persistente, anedonia grave, retardo psicomotor acentuado, hipersonia (dorme ), déficit cognitivo importante (dificuldade de concentração, memória e raciocínio abstrato), ideação suicida passiva recorrente. Já realizou quatro tentativas de tratamento com diferentes antidepressivos (ISRS, IRSN, tricíclico) em doses e tempo adequados, com resposta insuficiente. Recentemente, foi indicado para eletroconvulsoterapia, mas ainda não iniciou o tratamento. Considerando a Lei 8.112/1990 e os princípios da perícia médica, a conduta MAIS adequada é:
Sobre a atuação do psiquiatra no contexto pericial judicial, qual alternativa reflete CORRETAMENTE os preceitos éticos e técnicos? 
Paciente do sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia, é avaliado por meio do instrumento estruturado HCR-20 Assessing Risk for Violence, durante internação por agitação psicomotora em contexto de exacerbação de sintomas psicóticos. O escore total resultante da avaliação classifica o paciente em nível de risco baixo. Entretanto, o item histórico H1 (violência prévia) recebe pontuação máxima, em razão de uma condenação por lesão corporal há 5 anos, e o item clínico C3 (sintomas ativos de doença mental importante) também recebe pontuação máxima, em função dos delírios persecutórios e alucinações de comando presentes no momento do exame.
Diante desse resultado, assinale a afirmativa corta a respeito da conduta que reflete a interpretação adequada do instrumento, segundo a literatura de validação brasileira do HCR-20.
Paciente do sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia, é avaliado por meio do instrumento estruturado HCR-20 Assessing Risk for Violence, durante internação por agitação psicomotora em contexto de exacerbação de sintomas psicóticos. O escore total resultante da avaliação classifica o paciente em nível de risco baixo. Entretanto, o item histórico H1 (violência prévia) recebe pontuação máxima, em razão de uma condenação por lesão corporal há 5 anos, e o item clínico C3 (sintomas ativos de doença mental importante) também recebe pontuação máxima, em função dos delírios persecutórios e alucinações de comando presentes no momento do exame.
Diante desse resultado, assinale a afirmativa corta a respeito da conduta que reflete a interpretação adequada do instrumento, segundo a literatura de validação brasileira do HCR-20.