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Marcia Eurico, no texto de publicação do CFESS “Notas técnicas sobre o trabalho do assistente social e a coleta do quesito raça/cor/etnia” (2022), afirma que é preciso estar convicto da importância da coleta da informação do quesito raça, cor e etnia no processo de identificação das pessoas durante o atendimento social, pois há uma intencionalidade na coleta e uma dimensão política, qual seja: 
A política de saúde dialoga com a política de assistência social, o que também impõem ao trabalho dos/as assistentes sociais o conhecimento das realidades locorregionais. As autoras Castilho, Nascimento e Gomes (2021) discutem o trabalho profissional do/da assistente social no estado do Pará e a sua precarização, assim como abordam contradições entre a política de assistência social e as condições de trabalho dos/das profissionais. As contradições identificadas pelas autoras são:
O debate sobre a saúde da população LGBT ganhou relevância mundialmente a partir das décadas de 1980 e 1990, impulsionadas com o fenômeno da AIDS. No Brasil o avanço das políticas públicas de saúde voltadas para essa população teve como marco a Constituição de 1988, ainda que marcado por conquistas e retrocessos. Oliveira (2018) destaca que o Serviço Social iniciou a discussão sobre saúde e direitos da população LGBT e diversidade sexual no início da década de 2000, com enfrentamento à homofobia, pautada nos eventos nacionais da categoria e, posteriormente vieram os grupos de estudos. Os fatores que justificam o porquê da morosidade da categoria introduzir essa discussão no âmbito acadêmico e profissional são: 
O Artigo 5° da LOAS, seção II, trata da organização da assistência social, quando recomenda:
Diante do desafio complexo da Avaliação de Intervenção em Redes de Apoio Social no âmbito do Serviço Social, assinale a questão que melhor condiz com a visão profissional do assistente social.