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A partir da década de 1980, o ensino de artes no Brasil foi profundamente influenciado pela Abordagem Triangular, sistematizada por Ana Mae Barbosa. Essa proposta rompeu tanto com o Laissez-faire (caracterizado pela autoexpressão livre e sem intervenção) quanto com o ensino puramente técnico. Considerando esse contexto, qual das alternativas abaixo contém apenas metodologias já utilizadas no Brasil que não apresentam nenhum item integrante da Abordagem Triangular?
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A Base Nacional Comum Curricular – Arte propõe que os alunos mobilizem recursos tecnológicos como possibilidade de:
“É necessário que as pessoas se defrontem com uma situação exterior de tal modo que suas capacidades de aprender, interpretar, elucidar, aperfeiçoar-se sejam mobilizadas”. Citando Arnheim, Miriam Celeste Martins sugere que o ensino da Arte tenha como ponto de partida o que denominou de “desafios estéticos”, compreendendo o papel do professor, fundamentalmente, como:
A professora Lívia, de Educação Artística, organizou um projeto de trabalho com seus alunos. A partir de uma pesquisa na comunidade, os alunos trouxeram para a escola vídeos do interior das três igrejas da cidade, feitos no celular. Tendo como base os vídeos e vários outros dados significativos coletados pelos alunos, a professora promoveu atividades que levaram a discussões e análises importantes para o reconhecimento, valorização e compreensão dos códigos estéticos e da história daquela comunidade. Como culminância, organizaram uma exposição com o material recolhido e as informações e dados coletados. O trabalho por projetos em Arte é uma proposta que favorece a aprendizagem significativa, criando muita motivação e a oportunidade de desenvolver nos alunos a seguinte habilidade:
As aulas de Arte ainda são vistas, por muitos profissionais, como uma sucessão de experiências técnicas descontextualizadas, sem significado de ordem cultural, nem traços autorais. Tal assertiva refere-se à seguinte abordagem do ensino da Arte: