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“As experiências de construção e exploração do loto Arte Conceitual se somam àquelas que constituem a metodologia lúdica na educação no MAC e são referências para a criação de novas abordagens desse acervo específico, visando à recepção educativa dos diversos públicos no Museu.”

FRANCOIO, Maria Angela Cerri. Arte conceitual em jogo de loto: experiência no museu. In: ARANHA, Carmen; CANTON, Katia (org.). Espaços de mediação: a arte e seus públicos. São Paulo: MAC USP, 2013.

Em relação à proposta do jogo de loto, é correto afirmar:
“Nestas condições, como inscrever este entendimento da arte, pragmaticamente, aqui e agora, nas instituições educativas, particularmente em sala de aula? Como fazer com que os acontecimentos de linguagem, sensações, percepções e afetos, que se fazem nas palavras, nas cores, nos sons, nas coisas, nos lugares e eventos sejam articulados como dispositivos, como agenciamentos de sentido irredutíveis ao conceitual, como outro modo de experiência e do saber?”

FAVARETTO, Celso F. Arte contemporânea e educação. Revista Iberoamericana de Educación, n. 53.

Na obra, como o autor responde às suas próprias indagações? Assinale a alternativa correta.
"A radicalidade moderna, emblematizada nas propostas das vanguardas, afirmou reiteradamente, das maneiras mais diversas, que o seu trabalho configurou-se como uma investigação sobre o sentido da arte, sempre repropondo a pergunta: mas o que é mesmo a arte, já que o termo recobre coisas tão diferentes?"

FAVARETTO, Celso F. Arte contemporânea e educação. Revista Iberoamericana de Educación, n. 53, 2010. 

Qual seria a função das artes hoje, de acordo com o autor?
O ensino de Arte em contextos de educação inclusiva, conforme a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU) e os princípios da Educação Estética Crítica, deve promover acessibilidade didática, respeito à singularidade expressiva e reconhecimento da multiplicidade sensorial. No entanto, a permanência de práticas capacitistas ainda compromete esse horizonte. Qual alternativa expressa um equívoco metodológico recorrente em práticas que desconsideram a inclusão estética?
Em Arte como Experiência (1934), John Dewey defende a indissociabilidade entre arte, vida cotidiana e experiência educativa, rompendo com a ideia de arte como domínio autônomo ou elitista. Tal visão desafia abordagens escolares que dissociam fruição estética, criação e reflexão crítica. Qual das alternativas contraria a concepção de Dewey quanto à função da arte na formação humana?