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Considerando os critérios de seleção e organização dos conteúdos de Arte propostos desde os PCN (1998) à luz desse histórico, e as críticas feitas a práticas anteriores (tradicional, escolanovista e polivalente), assinale a alternativa CORRETA:
Um (a) professor (a) de Artes Visuais está finalizando um trimestre dedicado à Arte Urbana (grafite, pixo, lambe-lambe e intervenções urbanas). Ela precisa atribuir uma nota aos estudantes, mas deseja fazê-lo de acordo com os princípios da avaliação processual e qualitativa em Arte, considerando não apenas o produto final, mas todo o percurso de aprendizagem. Analise as cinco práticas avaliativas descritas abaixo e assinale a alternativa que apresenta um instrumento ou procedimento de avaliação condizente com a abordagem triangular de Ana Mae Barbosa e com a natureza processual da avaliação em Arte:
No contexto das práticas do ensino da Arte, a metodologia ativa conhecida como Rotação por Estações organiza o espaço e o tempo de forma que os alunos percorram diferentes atividades relacionadas a um mesmo conteúdo artístico. Considerando os fundamentos dessa abordagem, assinale a alternativa CORRETA:
O texto de Freire (2001) apresenta duas importantes abordagens para o trabalho com a dança-educação, especialmente no que se refere à diversidade corporal: o Contact - Improvisation (Contato Improvisação), criado por Steve Paxton, e os estudos de Rudolf Laban sobre a análise do movimento. Sobre essas duas abordagens e suas relações com a expressividade e a inclusão na dança, assinale a alternativa CORRETA.
A definição de dança proposta por COSTA (1962) – "arte que ensina regras para o movimento rítmico e expressivo do corpo humano, criado pelo desejo espontâneo de exprimir [...] o estado da nossa alma" – ancora-se em uma tradição teórica que distingue o movimento dançado do movimento cotidiano. Contemporaneamente, essa tensão entre técnica e espontaneidade foi aprofundada por abordagens somáticas e fenomenológicas da dança. Para autores como Isabel Marques (2008) e a perspectiva da educação somática, o corpo na dança não pode mais ser pensado a partir de uma epistemologia meramente mecanicista, mas sim como um "território vivo de experiências”. Considerando esse debate contemporâneo sobre a relação entre técnica, percepção e expressividade na dança, assinale a alternativa que melhor articula a crítica às visões tradicionais do movimento dançado com os desdobramentos pedagógicos atuais.