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No contexto da inclusão, o conceito de apropriação coletiva de Lina Bo Bardi transforma os espaços de arte e as oficinas do MAM Bahia (Solar do Unhão) em ambientes de pertencimento e emancipação, onde a arquitetura e as práticas pedagógicas se moldam à diversidade humana.
Para que essa premissa teórica se concretize de forma efetiva no cotidiano das oficinas de arte desse museu, as práticas pedagógicas e a mediação cultural devem 
A Lei nº 11.645/2008 alterou a LDB para estabelecer que: “Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.”
Considerando a aplicação desse dispositivo ao ensino de Arte, assinale a opção que apresenta uma prática pedagógica coerente com a legislação. 
No livro Arte como Experiência, John Dewey afirma que "toda atividade prática adquirirá qualidade estética sempre que seja integrada e se mova por seus próprios ditames em direção à culminância".
Durante uma atividade de pintura, um professor observa que os estudantes estão envolvidos no próprio processo de criação, explorando formas, ajustando cores e tomando decisões de modo atento e contínuo, sem se preocupar apenas com a conclusão da tarefa para obter uma nota.
Segundo a concepção de Dewey, a situação descrita evidencia a qualidade estética como   
A experiência é o que nos passa, o que nos acontece, o que nos toca. Não o que se passa, não o que acontece, ou o que toca. A cada dia se passam muitas coisas, porém, ao mesmo tempo, quase nada nos acontece. Dir-se-ia que tudo o que se passa está organizado para que nada nos aconteça. 
      LARROSA BONDÍA, Jorge. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. 2002

Ao distinguir aquilo que simplesmente acontece daquilo que efetivamente nos toca, Jorge Larrosa discute a experiência como elemento de formação do sujeito, aspecto fundamental na relação entre arte e educação.  
Considerando o fragmento, assinale a afirmativa que expressa adequadamente a concepção de experiência apresentada pelo autor. 
Miró e Mondrian são artistas muito diferentes, mas têm uma maneira de tratar a linha, a cor primária e uma história que possui pontos de convergência. Nessa aula, é disso que preciso, artistas diferentes, mas que o aluno possa encontrar maneiras de mesclá - los. Foi exatamente isso o que pedi que fizessem, que tentassem colocar no papel características de Miró e de Mondrian, não a imagem, mas o jeito de trabalhar. Pedi que fizessem o trabalho em grupo e que discutissem primeiro o que iriam fazer. Os resultados são trabalhos em que aparecem quadrados de Mondrian e as curvas de Miró, as cores e a maneira de organizar a composição. Parece que os grupos entenderam que o que interessava era apropriar-se dos elementos visuais e da maneira como esses artistas realizavam suas composições. 
BARBOSA, Ana Amália Tavares Bastos. Releitura, citação, apropriação ou o quê? In: BARBOSA, Ana Mae (org.). Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005, p. 148. 


No fragmento, Ana Amália Tavares Bastos Barbosa descreve uma proposta de criação em ateliê que articula elementos visuais de Miró e Mondrian.
Essa prática pedagógica corresponde