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Embora a importância de uma imprensa independente tenha sido notória para muitos dos primeiros pensadores liberais e liberais-democratas, este é um tema que desapareceu de vista, com algumas poucas exceções, nas obras dos mais recentes teóricos sociais e políticos. Uma exceção é a obra pioneira de Habermas, Mudança estrutural da esfera pública. Habermas argumenta que o desenvolvimento do capitalismo mercantil no século XVI, junto com as transformações institucionais do poder político, criaram as condições para a emergência de um novo topo de esfera pública nas origens da Europa moderna.

Thompson,1995.


Leia as seguintes afirmações:


I. Uma sociedade civil emergiu como o domínio das relações de uma economia privatizada que eram estabelecidas sob a égide da autoridade política.

II. Uma nova esfera pública que não fazia parte do estado, mas era uma esfera em que as atividades do estado poderiam ser confrontadas.

III. Para Habermas, a incidência de uma espécie de esfera pública aberta nada tinha a ver com a mudança tecnológica da prensa de Gutemberg.

IV. Habermas, expoente da Corrente Funcionalista, entendia os meios de comunicação como caminho para a expansão da participação popular e transparente.


A alternativa que contempla afirmações plenamente CORRETASé a seguinte:

Para Jean Baudrillard, os meios de comunicação são apenas uma parte do processo de transformação da realidade em um signo do próprio real.
Assinale a opção que apresenta a denominação que ele dá a essa parte do processo.
Sobre o conceito de Indústria Cultural, um dos conceitos mais tradicionais da Escola Frankfurt, assinale a afirmativa correta.
O sociólogo Warren Breed publicou, em 1955, um artigo no qual defende que o jornalista se conforma mais com as normas editoriais da política editorial da organização − empresa − jornalística para a qual trabalha do que com as crenças pessoais. Ele afirma que o jornalista acaba “socializado” na política editorial por uma sucessão sutil de recompensas e punições. Esta análise é conhecida como teoria
Nos Estados Unidos, na década de 1910, buscou-se construir a Comunicação como uma ciência social de bases empíricas. Uma escola que se desenvolveu na academia nesse contexto colocou um enfoque microssociológico sobre os modos de comunicação na organização da comunidade. Tal enfoque se harmonizava com uma reflexão sobre o papel da ferramenta científica na resolução dos grandes desequilíbrios sociais. Esta Escola chama-se