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Barroco &Terra (2012, p.90) apresentam no debate a respeito do compromisso ético-político com os usuários a seguinte situação hipotética: “A assistente social B atendeu uma usuária que solicitou ajuda de uma passagem de ônibus de São Paulo para São Luiz do Maranhão, para ver sua mãe que estava no hospital, em estado de coma. B deixou de fornecer o auxílio porque durante o atendimento notou que a usuária levava uma revista embaixo do braço e cigarros em seu bolso. B comentou com sua colega que o que mais a incomodou foi o fato da usuária gastar dinheiro com revistas e cigarros. A colega ainda argumentou que a revista poderia ser emprestada, e que o cigarro é uma escolha e uma dependência que não pode ser julgada dessa forma. Mas B estava irredutível: ‘Quem gasta dinheiro com bobagens e não tem força de vontade para largar o vício, não precisa de ajuda’”. Contrárias ao que o Código de Ética Profissional de 1993 prevê, essas situações demonstram que necessidades sociais são negadas em virtude de: 
De acordo com Barroco &Terra (2012, p. 77), “entender o profissional como sujeito ético-moral é tratá-lo como um sujeito dotado de certos atributos que lhe permitem agir eticamente: vontade, racionalidade, consciência, senso moral ou capacidade de responder por seus atos e discernir entre valores morais (certo/errado; bom/mau etc). Dizemos que as ações ético-morais são conscientes quando o sujeito assume que os demais podem sofrer as consequências dos seus atos, se responsabilizando por eles”. Com base na reflexão das autoras, é correto afirmar que, mesmo em situações de confronto entre valores pessoais e os vinculados à ética profissional, espera(m)-se da/o profissional consciência
Matos (2020) em seu texto “A pandemia do coronavírus (COVID19) e o trabalho de assistentes sociais na saúde”, inaugura um diálogo entre os/as assistentes sociais sobre sua prática profissional nesse contexto inédito e desafiador da pandemia e propõe um conjunto de estratégias para uma prática profissional que sustente seu posicionamento ético-político a despeito das (novas) dificuldades nos processos de trabalho. Algumas das estratégias trazidas no referido texto são:
Conforme o Código de Ética Profissional de 1993 (CEP), "empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando o respeito à diversidade, à participação de grupos socialmente discriminados e à discussão das diferenças", constitui para o assistente social um(a):
Segundo o Código de Ética Profissional, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(---) Constitui dever do Assistente Social abster-se, no exercício da profissão, de práticas que caracterizem a censura, o cerceamento da liberdade, o policiamento dos comportamentos, denunciando sua ocorrência aos órgãos competentes.
(---) É vedado adulterar resultados e fazer declarações falaciosas sobre situações ou estudos de que tome conhecimento.
(---) O profissional deve garantir o pluralismo, por meio do respeito e da defesa do intransigente arbítrio, do autoritarismo e dos direitos humanos em restrição.