Filtrar


Questões por página:

Analise a tabela abaixo: 


Imagem associada para resolução da questão


A tabela acima foi retirada do artigo Silva et al, 2006, nesse artigo retratam-se problemas ecológicos decorrentes de um desequilíbrio ambiental no município de Alagoa Grande, PB. Na tabela estão expostos os diversos impactos negativos apontados pela população local em decorrência dessa catástrofe ambiental. A julgar pelos impactos ocasionados, marque a alternativa CORRETA a qual tipo de desequilíbrio poderia tê-los ocasionado.

“Neste município encontramos centenas de pequenas, médias e grandes indústrias, que se dedicam aos mais variados ramos de atividade industrial, destacando-se as metalúrgicas, metal-mecânicas, de eletroeletrônica, malharias, madeira, moveleira e de produtos alimentícios”. FONTE: Gracioli, D.J.F. 2012. A cidade de Panambi e as transformações recentes na configuração territorial. Monografia apresentada ao Curso de Geografia da UNIJUÍ. O Pinus elliottii é uma das espécies arbóreas mais utilizadas pela indústria moveleira para a fabricação de peças. Contudo, no Brasil, essa espécie é invasora. Sobre as invasões biológicas, assinale a alternativa INCORRETA. 
Diversas espécies de anfíbios são consideradas excelentes bioindicadoras de alterações nas condições ambientais, sendo o aquecimento global ocasionado principalmente por atividades humanas, uma das principais causas que talvez já esteja afetando esse grupo de animais. São características dos anfíbios que os torna bioindicadores nesta situação, EXCETO:
Durante uma ação de fiscalização em uma usina termoeletrica situada às margens de um rio, um Agerrte de Fiscalização Sanitária e Ambiental observa que a água utilizada no sistema de resfriamento das turbinas e devolvida ao corpo hídrico com uma temperatura significativamente superior à captada. No relatorio de inspeção, o Agente deve apontar que essa forma de poluição térmica é prejudicial ao ecossistema aquático primariamente porque: 
O ICMBio, por meio de seus Centros Nacionais de Pesquisa e Conservação, coordena e executa a Avaliação do Risco de Extinção das Espécies da Fauna Brasileira, com a participação ativa da nossa sociedade, além da comunidade científica do Brasil e do exterior. Trata-se de um diagnostico técnico-científico, realizado por meio do método de categoria e critérios da IUCN e que identifica quais espécies estão em risco de extinção, localizando as principais ameaças e áreas importantes para manutenção das espécies. Dessa forma, o Brasil realiza uma das maiores avaliações do risco de extinção de suas espécies em todo o mundo. O ICMBio tem por diretriz avaliar todas as espécies formalmente descritas dos animais vertebrados, além de outras selecionadas de invertebrados. Os resultados desse processo auxiliam a implementação de diversas políticas públicas como a atualização da Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, cuja atribuição é do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima (MMA), os Planos de Redução de Impactos sobre a Biodiversidade (PRIM), os Planos de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção (PAN), o Mapeamento de Áreas Prioritárias, entre outros. Assim, uma espécie pode ser classificada em dez categorias distintas, conforme o grau de risco de extinção a que está submetida. É importante destacar que, entre essas dez categorias, apenas três são consideradas diretamente ameaçadas: Criticamente em Perigo (CR), Em Perigo (EN) e Vulnerável (VU). Diante disso, marque a alternativa em que se encontram CORRETAMENTE exemplos de espécies de animais criticamente ameaçadas.