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A tecnologia dos equipamentos eletromédicos tem melhorado substancialmente os cuidados com a saúde. Projetos seguros e uso seguro desses equipamentos garantem a segurança dos pacientes e operadores. Com relação aos choques elétricos podemos classificá-los em:

Com relação à classificação dos equipamentos quanto ao grau de proteção contra choque elétrico e definição de suas partes aplicadas, estas são classificadas e definidas pela norma NBR IEC 60601 como:

I) Parte aplicada é qualquer parte do equipamento, que entra necessariamente em contato com o paciente, para que o equipamento possa cumprir sua função.

II) Com aplicação cardíaca direta significa com utilização de equipamento que possa estabelecer ligação condutiva direta com o coração do paciente.

III) Parte aplicada de Tipo B: o grau de proteção é alcançado pela isolação entre partes aplicadas, rede elétrica e demais partes aterradas ou partes acessíveis do equipamento, portanto limitando ainda mais a intensidade de corrente que fluiria através do paciente, e, neste caso, entrar em contato com outro equipamento sob tensão.

IV) Parte aplicada de Tipo CF: fornece o maior grau de proteção ao paciente. Este grau de proteção é alcançado pelo aumento da isolação das partes aterradas e outras partes acessíveis do equipamento, limitando ainda mais a intensidade da possível corrente fluindo através do paciente.

Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas CORRETAS.

As salas cirúrgicas dos EAS necessitam cuidados especiais para evitar o choque elétrico, conforme a classificação de risco estabelecida na NBR 13534:2008, assinale a opção INCORRETA de proteção contra choques elétricos nos centros cirúrgicos.
O gerenciamento de equipamentos eletromédicos é uma tarefa complexa, pois a variedade de equipamentos médicos dentro de um estabelecimento assistencial de saúde (EAS) é muito grande. Para assegurar uma boa gestão dos equipamentos, cabe a cada EAS estabelecer e regulamentar o seu programa de gerenciamento junto com o Serviço de Engenharia Clínica (SEC). Assinale a alternativa que NÃO faz parte das atividades do SEC.
De forma geral, um sistema de medição biomédica transforma o sinal biológico a ser medido em um sinal elétrico, e por meio de um conversor A/D, em um sinal digital, tornando este sinal compatível com as entradas de microcomputadores, permitindo o seu processamento digital. A conversão A/D é feita por ciclos e, portanto, o sinal analógico de entrada precisa passar por um circuito que faça a amostragem desse sinal de forma que não haja perda de informação do sinal analógico. Se o sistema de medição for projetado para um espectro de frequência na faixa de 1kHz a 28kHz, a frequência de amostragem mais adequada é: