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Um adulto na meia-idade busca planejamento psicológico para a aposentadoria, angustiado com o estigma sobre a velhice como um período de improdutividade e declínio. Adotando a perspectiva Life-Span e o metamodelo de Seleção, Otimização e Compensação (SOC) elaborados por Paul B. Baltes, como a(o) psicóloga(o) atua para promover a adaptação desse paciente?
A Saúde Coletiva contemporânea debate a transição entre as práticas preventivas tradicionais e as estratégias de promoção. Considerando os limites do saber epidemiológico e a real autonomia do sujeito, qual é a diferença estrutural que distingue a promoção e a prevenção da saúde?
O desenvolvimento de ações de promoção da saúde mental e prevenção de agravos no contexto das políticas públicas exige uma leitura crítica sobre as condições de vida das populações. Ao discutir as práticas psicológicas no serviço público, Carmen Moré (2015) destaca a importância de compreender as redes sociais significativas e o território dos usuários.

Considerado o posicionamento da autora sobre a atuação profissional e o trabalho interdisciplinar nesses cenários, é correto afirmar que:
A atuação do psicólogo no serviço público de saúde, especialmente na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), baseia-se nas diretrizes da reabilitação psicossocial e do trabalho multiprofissional.

De acordo com o modelo de atenção que prioriza a promoção da saúde mental e a prevenção de agravos no contexto comunitário, é correto afirmar que:
A reabilitação psicossocial constitui um dos eixos estruturantes e diretrizes operacionais da Rede de Atenção Psicossocial. Na perspectiva da desinstitucionalização e da clínica ampliada, esse processo fundamenta-se no conceito de contratualidade social elaborado por Benedetto Saraceno.

De acordo com esse referencial teórico e político, a promoção da contratualidade social implica: