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Concurso:
Prefeitura de Amparo - SP
Disciplina:
Português
Analise a colocação do pronome destacado em
cada sentença abaixo. A seguir, assinale a
quantidade de sentenças que se mostram de
acordo com a norma-padrão.
Dê-nos uma chance, por favor. Espero que se saiam muito bem no jogo. Jamais se renda aos adversários. Eu nunca lhe implorarei clemência. Eu não vou fazê-los esperar tanto tempo.
Dê-nos uma chance, por favor. Espero que se saiam muito bem no jogo. Jamais se renda aos adversários. Eu nunca lhe implorarei clemência. Eu não vou fazê-los esperar tanto tempo.
Concurso:
Prefeitura de Guaraciaba - SC
Disciplina:
Português
Considerando as informações apresentadas no texto e
as regras de colocação dos pronomes oblíquos átonos,
analise as afirmações a seguir.
I.Em "dê-me um cigarro", ocorre ênclise, pois o pronome oblíquo átono aparece posposto ao verbo.
II.Em "me dá um cigarro", ocorre próclise, uma vez que o pronome oblíquo átono está colocado antes do verbo.
III.Em "nunca te vi", o advérbio de negação "nunca" favorece a próclise, levando o pronome "te" a ocupar posição anterior ao verbo.
IV.Em "nunca vi-te", a posição do pronome está de acordo com a regra apresentada no texto, pois, diante de palavra de sentido negativo, a ênclise é obrigatória.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as afirmações corretas.
I.Em "dê-me um cigarro", ocorre ênclise, pois o pronome oblíquo átono aparece posposto ao verbo.
II.Em "me dá um cigarro", ocorre próclise, uma vez que o pronome oblíquo átono está colocado antes do verbo.
III.Em "nunca te vi", o advérbio de negação "nunca" favorece a próclise, levando o pronome "te" a ocupar posição anterior ao verbo.
IV.Em "nunca vi-te", a posição do pronome está de acordo com a regra apresentada no texto, pois, diante de palavra de sentido negativo, a ênclise é obrigatória.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as afirmações corretas.
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Considerando as informações apresentadas no texto e
as regras de colocação dos pronomes oblíquos átonos,
analise as afirmações a seguir.
I.Em "dê-me um cigarro", ocorre ênclise, pois o pronome oblíquo átono aparece posposto ao verbo.
II.Em "me dá um cigarro", ocorre próclise, uma vez que o pronome oblíquo átono está colocado antes do verbo.
III.Em "nunca te vi", o advérbio de negação "nunca" favorece a próclise, levando o pronome "te" a ocupar posição anterior ao verbo.
IV.Em "nunca vi-te", a posição do pronome está de acordo com a regra apresentada no texto, pois, diante de palavra de sentido negativo, a ênclise é obrigatória.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as afirmações corretas.
I.Em "dê-me um cigarro", ocorre ênclise, pois o pronome oblíquo átono aparece posposto ao verbo.
II.Em "me dá um cigarro", ocorre próclise, uma vez que o pronome oblíquo átono está colocado antes do verbo.
III.Em "nunca te vi", o advérbio de negação "nunca" favorece a próclise, levando o pronome "te" a ocupar posição anterior ao verbo.
IV.Em "nunca vi-te", a posição do pronome está de acordo com a regra apresentada no texto, pois, diante de palavra de sentido negativo, a ênclise é obrigatória.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as afirmações corretas.
Concurso:
Prefeitura de Bom Jardim - PE
Disciplina:
Português
Leia o texto a seguir:
S.O.S. Português Por que os pronomes oblíquos têm esse nome e quais as regras para utilizá-los? As expressões “pronome oblíquo” e “pronome reto” são oriundas do latim (casus obliquus e casus rectus). Elas eram usadas para classificar as palavras de acordo com a função sintática. Quando estavam como sujeito, pertenciam ao caso reto. Se exerciam outra função (exceto a de vocativo), eram relacionadas ao caso oblíquo, pois um dos sentidos da palavra oblíquo é “não é direito ou reto”. Os pronomes pessoais da língua portuguesa seguem o mesmo padrão: os que desempenham a função de sujeito (eu, tu, ele, nós, vós e eles) são os pessoais do caso reto; e os que normalmente têm a função de complementos verbais (me, mim, comigo, te, ti, contigo, o, os, a, as, lhe, lhes, se, si, consigo, nos, conosco, vos e convosco) são os do caso oblíquo. NOVA ESCOLA. Coluna “Na dúvida”, dez. 2008, p. 20.)
Quando estudamos os pronomes, conhecemos um procedimento como colocação pronominal. A estrutura que está de acordo com as regras apresentadas no texto é:
S.O.S. Português Por que os pronomes oblíquos têm esse nome e quais as regras para utilizá-los? As expressões “pronome oblíquo” e “pronome reto” são oriundas do latim (casus obliquus e casus rectus). Elas eram usadas para classificar as palavras de acordo com a função sintática. Quando estavam como sujeito, pertenciam ao caso reto. Se exerciam outra função (exceto a de vocativo), eram relacionadas ao caso oblíquo, pois um dos sentidos da palavra oblíquo é “não é direito ou reto”. Os pronomes pessoais da língua portuguesa seguem o mesmo padrão: os que desempenham a função de sujeito (eu, tu, ele, nós, vós e eles) são os pessoais do caso reto; e os que normalmente têm a função de complementos verbais (me, mim, comigo, te, ti, contigo, o, os, a, as, lhe, lhes, se, si, consigo, nos, conosco, vos e convosco) são os do caso oblíquo. NOVA ESCOLA. Coluna “Na dúvida”, dez. 2008, p. 20.)
Quando estudamos os pronomes, conhecemos um procedimento como colocação pronominal. A estrutura que está de acordo com as regras apresentadas no texto é:
"Os estudantes têm que seguir as orientações da própria instituição que cedeu a bolsa para o envio dos documentos obrigatórios ou encaminhá-los de forma virtual."
No trecho, o pronome oblíquo átono 'los' retoma qual termo?